A sétima arte

Cinema com as amigas, não é ótimo?!

Decidimos ver Foi apenas um sonho com a Kate Winslet e o Leonardo DiCaprio, ambos incrivelmente ótimos, e com direção de Sam Mendes. No Espaço Unibanco da Augusta.

Não gostei tanto assim, mas é um bom filme com certeza. Provavelmente não gostei tanto assim porque ele me sufocou, assim como Closer. Só consegui gostar desse filme e percebi que era muito bom um tempo depois de tê-lo visto. 

Eu sou assim, ou adoro um filme  e saio do cinema querendo ter feito ele e achando tudo lindo, estranho, magnífico ao mesmo tempo ou saio falando que é ruim e uns dias depois percebo que ele é muito bom, mas me impressionou e me pertubou com a temática abordada. Isso é estranho? Ou é normal?

Mas voltemos ao Revolutionary Road, nome em inglês do filme que se explica no passar dos minutos da película.

Um casal jovem de 1955, com dois filhos, ela atriz fracassada e ele trabalhador de uma empresa onde seu pai trabalhou e que odeia o que faz, estão em crise. Decidem ir para Paris tentar uma vida completamente diferente e feliz. Ele a trai, ela tenta sobreviver com base em seu sonho, mas quando ele decide não ir, ela não suporta. O final e os detalhes do meio não quero contar, então… Pode correr para o cinema mais próximo.

Eu fiquei incomodada, a Monks se emocionou bastante e a Ester eu não sei, mas gostou do filme.

Um pedido: Pessoas que vão ao cinema, não conversem e muito menos atendam o telefone, que deixam tocando loucamente até emcontrá-lo na bolsa, que normalmente é daquelas enores e sem fundo, tipo Marry Popis (não sei se é assim que se escreve). Tinha um casal atrás de nós que contaram o dia inteiro um para o outro ou então estavam fazendo locução do filme. Já basta ter que ver jogos de futebol com caras chatos, agora tenho que aguentar cinema com narrador e comentarista? Fiz shiii duas vezes, não funcionou, então na terceira levantei e falei: Silêncio, por favooooooor! Assim mesmo, com o “o” prolongado. Eles não abriram mais a boca. Ufa… Sou má? Ou é uma questão de respeito? Eu nem respiro direito no cinema para não fazer barulho enquanto outros contam histórias sem fim para o companheiro. Vá à merda! (ups… Momento raivinha!)

Depois, cervejinha num bar. Não sou muito de cerveja, mas dependendo da companhia, eu tomo alguns copos para acompanhar. Bem que essa bebida podia ser mais doce e menos amarga, é isso que a torna ruim e que me faz tomá-la com careta. Hahaha… Deve ser engraçado beber comigo! Uma vodka desce bem mais gostoso… Hum, que vontade!

Mas chega desse papo alcoólico…

Amanhã tem baladinha, então espere histórias engraçadíssimas!

Beijocas fofas

 

OBS: Sono… estado constante. Fome… estado contante. Felicidade constante… rara, mas tudo bem, pelo menos ela vem me visitar. Aeeeeee…

Anúncios

3 comentários sobre “A sétima arte

  1. Monks disse:

    Gostei muito! Acho que me identifiquei com aquele desespero pela impossibilidade de conviver com o próprio fracasso.

    Adorei a companhia também, claro! precisamos repetir mais vezes (e filme bom não falta pra vermos!).

    beijos

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s