E a palavra é: BIZARRO!

Como diz o ditado: Quanto mais eu rezo, mais assombração me aparece!

Como meu time ganhou ontem com um golaço do Cleiton Xavier aos 42 minutos do segundo tempo e com um homem a menos (Marcão foi expulso no segundo tempo), fui para a faculdade alegre e feliz com minha camisa 10 (Cleeeeeeeeeeeeeeeeinton Xavieeeeeeeeerrrr).

No caminho, foram falando comigo: “Que camisa linda!” “Foi no sufoco, hein?!” “Ê, Palmeiras!” Até aí tudo bem, dei até tchauzinho para um palmeirense que estava no ônibus e fez o “V” de vitória para mim. Na faculdade, estava me sentindo em casa. Uma porcaiada imensa! Não sabia que tinha tanto palmeirense lá, pensei que era tudo saopaulino playboyzinho. Ponto positivo!

A bizarrice começou na estação Julio Prestes. Estava recarregando meus vales refeição (ou comida, como eu chamo) e transporte (que não quis carregar nem com reza “braba”), quando passou um cara atrás de mim e disse: “Pode tirar o óculos, querida, pode tirar!” Ah, quem disse isso? Quando olhei para trás o cara tinha sumido e nem quis procurar. Ahhhhhhhhhhh… Socorro! Porque ele queria que eu tirasse o óculos? Tá louco? De manhã um cara no ponto de ônibus pediu para eu tirar o óculos escuro também. Eu sei que meus olhos enormes e castanhos são incríveis, mas calma lá, né, galera! Não é todo dia e para todo mundo!

O dia passou, trabalhei até às 22h e sai andando sentido estação da Luz o mais rápido que eu conseguia. Quando saio de lá essa hora, faço um esqueminha: espalho tudo o que tem na minha carteira dentro da bolsa e na carteira deixo umas moedinhas e meus cartõezinhos de papel. Qualquer coisa, entrego a carteira e saio correndo. Mas enfim, cheguei no Jabaquara, estava sem óculos escuros, é claro, mas um cara ficou olhando para mim na escada e falando no celular. Quando passei ao lado dele, ele solta essa: “Wait a minute! Wait a minute!” Detalhe: um inglês com um sotaque tipo “só sei falar essa frase que aprendi no Caceta e Planeta ou na novela das oito”. Bizarríssimo. Casquei o bico sem dó!

Para finalizar, cheguei em casa falando pelos cotovelos…

Ah, depois de entrevistar alguém famoso ou minimamente conhecido pela sociedade, temos a missão de fazer o perfil de alguém desconhecido. Sem titubear, pensei no meu vôvis, ser mais fofo que eu conheço, e já fiz um esqueminha da hora (cara, sou velha, olha essa gíria caduca!). Familiares, lá vou eu e um gravador. Quero todas as histórias do mundo em que meu vôvis esteve. Esse cara é meu ídolo!

 

OBS: Sono, sono, sono… Só não estou com mais sono porque tomamos chá mate no trabalho. 500 ml eram só meus. Uahahahaha…

OBS2: Dale, porco! Dale, porco!

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