Um domingo muito louco

A idéia era acordar cedo, ir para a Barra Funda, encontrar as meninas e pegar o caminho da roça sentido Paranapiacaba. Mas você acha que alguém sabia o caminho certo para lá? Claro que não! Então, depois de dar algumas voltas pela Barra Funda, desistimos de ir para lá e fomos para São Roque. Porém não decidimos isso tão rápido assim. Antes ficou um: “Vamos para Paranapiacaba mesmo!”; “São Roque eu conheço um pouco!”; “Ah, gente, podemos ir para Atibaia!”; “Que tal ir para o Boqueirão da Praia Grande mesmo?!”; “Eu quero viajar!”.

Dentre “tantas” opções, selecionamos São Roque! Liguei para meu pai, perguntei como chegar lá e, como era aparentemente fácil, fomos. Vital Brasil, Raposo Tavares e lá estavamos nós, numa vinícola chamada Bella Aurora.

Chegamos… Aeeee! Foi uma alegria só estar em algum lugar sem ser São Paulo. Ok, era perto, mas já não era aqui, já que a Monks queria “viajar”.

Compramos vinho, tomamos capuccino e chocolate quente, tiramos um monte de foto legal, ficamos no parquinho nos balançando, subindo no escorregador, essas coisas de jovem sem infância. Hahaha! Brincadeira!

Depois fomos até a cidade, ver se tinha um restaurante legal. Praticamente entrevistei um taxista enchendo-o de perguntas: “Mas é perto?”; “Lá é bom?”, “É só virar aqui?”. Resultado, só almoçamos em São Paulo. Hahaha!!! Comemos no La Trattoria, em Pinheiros. Pedi um ravioli de ricota com molho trattoria. Muito bom! Recomendo!

Em seguida, para tentar manter aquelas duas “loucas” acordadas, fomos até o Franz Café (tomei um Dark Chocolate Hot Plus Advanced Magníficum Supimpa – eu não lembro o nome), mas não teve jeito. O sono as pegou de jeito e nem por isso desanimaram tanto assim.

Para finalizar, casa da Lulu. E fizemos aquilo que não conseguimos fazer no carro: cantamos Los Hermanos bem alto com direito a dancinhas estranhas, inclusive passos de balet com piruetas.

É, viajar não é fácil, ainda mais quando se tem três no sense no carro. Todas com o mínimo senso de direção. Se largar por aí não volta para casa e os caminhos básicos são de casa para faculdade/trabalho/cinema e de volta para casa.

É duro ser filha de taxista e não conseguir nem chegar em Paranapiacaba, que nem é tão distante assim.

Por fim, cheguei em casa, tentei renovar livros na internet e mais algumas coisinhas básicas (e-mail, Twitter, msn) e dormi. Vê se pode isso! 21h30 já estava na cama roncando (Isso é só força de expressão, porque eu não ronco. Como eu sei isso? Bom, nunca me ouvi nem me ouviram “ronronando”. Só falo e, às vezes, ando pela casa!).

Meninas, valeu!!! Manooooo!

 

OBS: Todo mundo deveria, pelo menos uma vez na vida, fazer uma viagem com a gente. Étodomundoloucooba!

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3 comentários sobre “Um domingo muito louco

  1. Marcus Antonius disse:

    Vocês conseguiram ir para São Roque e não sabiam chegar até Paranapiacaba?? Rsrsrsrs

    Meu, era só pegar a Anchieta até Riacho Grande (SBC), depois seguir até a entrada de Ribeirão Pires pela Índio Tibiriçá e após isto, direita. Seguindo as placas até Rio Grande da Serra e depois seguir reto até o final da rodovia.

    =)
    Fácil né!?

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