Um dia de merda

Para não deixar de ser aquela pessoa reclamona que eu conheço, hoje foi um dia de merda.

Acordei relativamente cedo: 8h 30, tentando levantar desde às 6h 30. (Obrigada CQC, por terminar num horário bem simpático!)

Vim trabalhar, porque ainda estou na Osesp, e não parei de ler um só segundo. (Leves intervalos para ver e-mail e não ficar retardada!)

Nunca está bom! Nunca termina! Nunca tem fim!

Amanhã tem mais uma entrevista com dono de restaurante. Lá vou eu para um lugar desconhecido! Detalhe: Terei que vir para a Osesp depois, porque o trabalho não vai acabar tão cedo…

Agora choro de desespero, porque eu tenho que me formar, mas não tenho mais forças para estudar. Força essa que tinha há dez anos, mas não hoje.

Minha cabeça não pensa mais e dói constantemente, meu corpo dói, não me divirto loucamente faz tempo (=cabeça sem preocupações de vida ou morte!), etc. E se falo isso para alguém, o que ouço de volta: “Tem gente bem pior que você!”, “Isso não é nada!”.

Eu só queria conversar com alguém, mas tá todo mundo ocupado e não quero atrapalhar!!!

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5 comentários sobre “Um dia de merda

  1. Paula disse:

    Ow, flor!!!
    Desculpa!
    Às vezes sou injusta, eu sei…
    Mas esse dia foi um daqueles em que a alma fica agitada e dói fazer aquilo que não se quer!

  2. Marcus Antonius disse:

    Todo mundo fala a mesma coisa??

    Alguém já te falou que é porque você é mulher e
    é culpa da sua flutuação hormonal?? Rsrsrs

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