É muito prazer!

Finalmente, cinema!

Durante meses o TCC me privou de saborear a arte que mais me encanta (ou não) e, com o passar dos dias, vi filmes incríveis entrarem e saírem de cartaz. O desespero apertou, até a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo passou, mas sabia que meu dia havia de chegar.

Quando pensei que iria com uma amiga ao cinema, ela simplesmente não entendeu que eu tinha topado (isso porque somos “comunicadoras”, ou pelo menos deveríamos ser) e foi sozinha.

Tempo depois fiz o mesmo. Anunciei que assistiria Abrazos Rotos, de Almodóvar, no Espaço Unibanco da Augusta e quem quisesse que viesse comigo. Não sou de implorar por companhia, muito menos para ir ao cinema.

Cheguei cedo, li, comi, relaxei e entrei na sala.

Ah, que saudades! E quanta gente, merda! Mas assim vai!

“Agora” escrevo esse texto enquanto as pessoas chegam, acomodam-se, conversam e um casal ao meu lado briga. É, shit happens!

Começaram os traillers e a luz se apagará por completo e não verei mais a tinta verde sobre o papel branquinho.

Depois conto como foi!

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OBS: O chocolate quente pequeno (ou seja, o insosso chocolate morno minúsculo cheio de espuma) e os pães de queijo (ou seja, bolotas com casca dura e ocas sem sabor) do café são horríveis. Cinco reais jogados fora.

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Bom, o filme começou, mas estava sem som. De forma animalesca, a plateia lotada fez o favor de gritar e urrar informando o problema aos funcionários. Eu tinha achado estranho, pois o personagem, até onde eu sei, tinha ficado cego e não surdo.

Tudo voltou ao normal e, depois de muitas macaquices dos espectadores, recomeçou o filme.

Penélope sempre linda!

Teve gente conversando alto no celular, muita pipoca e garrafas pelo chão, xingamentos como “babuíno” para pessoas incomodas e, por mais incrível que pareça, ninguém ficou falando alto nem fazendo a locução do filme perto de mim e, muito menos, chutando a minha cadeira. Ufa! No mínimo isso! (Milagres acontecem!)

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Sobre la película de Almodóvar

Para começar, gostei bastante da história, da atuação e, principalmente, das imagens e câmeras de Almodóvar, como sempre, perfeitas. Mas isso não quer dizer que o filme seja tão maravilhoso assim. Ele tem outros muito melhores, porém vale a pena ir até à sala de cinema mais próxima e gastar um dinheirinho.

Mateo (Lluís Homar) e Lena (Penélope Cruz) vivem uma história intensa (cujo final, assim como o começo e o meio não contarei). História essa que mudará e marcará a vida de várias pessoas ligadas a eles, mais a Mateo, diretor de cinema que, após um acidente, fica cego e passa a assinar seus roteiros como Harry Caine.

Confesso que me perdi um pouco no vai e vem da história, porém ficou tudo bem depois de dar algumas risadas e achar algumas cenas extremamente sensíveis. (Depois minha amiga Luana disse que nesse filme passam cenas semelhantes a de outro filme do diretor, mas eu esqueci o nome agora.)

Nunca gosto de contar muito as histórias dos filmes que vejo porque, para mim, descobrir sozinha cada detalhe é o mais divertido e acredito ser assim para outras pessoas também.

Dá vontade de ver Chicas y maletas inteirinho na sequência de Abrazos Rotos!

Almodóvar é o cara! =D

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OBS: Crítica pequenina sobre um filme… Sei que não está muito bom, mas é a falta de prática. Hahaha…

OBS2: O filme é Mulheres a Beira de um Ataque de Nervos. Obrigada @fokinha…

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