(Re)flexão

Uma mulher (mesmo achando que ainda sou uma menina).

Férias (por tempo indeterminado).

Pensamentos (até demais para um ser do meu tamanho).

Filmes (e seriados que me perseguem).

Livros (com histórias maravilhosas).

Sensações (o que um ventinho gelado não faz).

Tudo isso e mais um pouco me dá aquela tristezinha clássica de ser que não tem o que fazer e fica imaginando sua vida de várias formas, pensa em tudo e em nada ao mesmo tempo, vê televisão e esvazia a cuca ou a enche de caraminholas.

Confesso que às vezes penso que é falta de homem. Para ser menos grossa, falta de carinho, de alguém que goste de mim e faça questão de estar ao meu lado sempre (culpa de Crepúsculo – alguém aí quer ser meu Edward? Tenho sangue do bom, O +). Além das frustrações do coração, as frustrações ligadas à carreira também aparecem. Sei que meu dia chegará nos dois casos, mas essa espera, porque querendo ou não, por mais que eu tente ficar tranquila, fazer minhas coisas e não parar por nada, aguardo o momento em que receberei um e-mail me chamando para trabalhar num super projeto e o momento em que meus olhos brilharão, meu coração acelerará e haverá milhões de borboletas em meu estômago (isso não quer dizer que quero ficar doente, mas sim, apaixonada).

Pelo visto, uma das crises passou, pois voltei a escrever, primeiramente nesse bloguinho, depois escreverei em meus cadernos e, quem sabe em breve, meu fanzine e meu novo livro sobre lugares antigos de São Paulo.

Tempo livre é igual a raciocínio demais e perda de memória intensa. Deixei um amigo especial e lindo me esperando por horas no local onde havíamos marcado. Detalhe: estava esperando-o em outro lugar nada a ver. Desculpa, querido! Te devo o maior abraço que existe! E o celular não funcionava mesmo.

Enquanto o que me faz sorrir são “apenas” os momentos bons com a família e os amigos, a brisa fresquinha que diminui meu calor nesse verão dos infernos, minha cachorrinha linda e pentelha e meus posts idiotas no Twitter (@zinequanon), vou me emocionando com A Fazenda (parabéns, Karina Bacchi) e com cenas piegas de filmes.

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OBS: A cada dia que passa tenho mais certeza de que a culpa de tudo é da minha imaginação fértil demais. Um pouco de realidade prazerosa seria bem vinda nesse momento complexo.

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OBS2: Não é agradável sentir que algumas pessoas têm medo de você. Não um medo de morte, mas um medo incompreensível ainda.

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OBS3: Tô tirando cada foto fofa! Em breve compartilharei com todos.

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