Raphael quem?

Dia 4 de novembro farei seis meses de namoro e não fui eu quem lembrou da data comemorativa, foi ele. Onde eu encontraria um homem que lembra de datas e quer ir comemorar esse dia comigo? De duas uma: ou ele é gay ou realmente é especial!

Conhecemo-nos indo a encontros na casa de amigos em comum. Conversávamos, mas nada demais, papo normal, besteiras rotineiras. Então, em um belo dia, ele resolveu me chamar por msn para acompanhá-lo ao Pronto Socorro. Não estava se sentindo muito bem. (Depois descobriríamos que ele estava com início de pneumonia). Chegando lá, como a espera seria muito grande, cerca de duas horas ou mais, resolvemos ir ao cinema. Conversamos bastante sobre desilusões amorosas e vimos “Como treinar o seu dragão”, filme super romântico. No cinema estávamos nós e alguns pais com seus filhos. Hahaha… No final da sessão, nos beijamos e foi aí que tudo começou…

Vimo-nos todos os dias, uma semana inteira, até que senti que não conseguia me entregar plenamente a um novo relacionamento. Sim, sou intensa até demais… Ficar com uma pessoa mais de um dia seguido, para mim, já é um namoro e exige responsabilidades. Ainda gostava de outra pessoa e achava injusto dar esperanças ao mocinho simpático e carinhoso. Expliquei toda a situação a ele e ele achou melhor pararmos tudo onde estávamos. Foi uma semana confusa e senti a falta dele e ele de mim (de acordo com as palavras dele, né).

Decidimos nos ver novamente e recomeçamos o rolo anterior.

Pouco tempo depois, veio o pedido inesperado: “Paula, você quer ser minha menina?”

Com medo respondi: “Sim!”

E dia 4 de maio ficou marcado como nosso aniversário de namoro.

Foi um pedido de namoro bem nerdinho: em frente a uma livraria.

Uma semana depois fui viajar a trabalho e não me aguentava de saudades. A viagem estava quase no fim quando li o primeiro “eu te amo” em um sms. Óun, que fofo!

Rápido, não?! Também pensei isso. Porém o que sentia era forte e porque não chamar “isso” de amor.

Já passamos por brigas tensas, quase término de namoro, principalmente, por ele achar que não vale a pena sofrer se a situação não está boa. Já disse que não é assim que funciona, mas a paciência dele foi embora em outros relacionamentos. Também me esgotei em namoros anteriores, porém, quando eu acredito em algo, jogo todas as minhas fichas. Se não der certo, perco o jogo no final, achando que minhas cartas são melhores. Agora que ele me fez acreditar nele, não desistirei tão fácil. Tadinho! Espero que ele também não desista de mim…

E assim caminhamos, conhecendo as manias e os defeitos um do outro, as qualidades e os siricuticos.

Fazer o que se eu amo esse gordo, fedido, careca, preguiçoso, dorminhoco (mentiras e verdade juntas)?

Um beijo enorme para o meu amor e para os leitores apaixonados

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OBS: Namorem o quanto puderem!

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OBS2: Ele que me ensinou a ouvir Rob Zombie e a tentar jogar RPG (ainda não rolou nenhuma partida, por isso tentar)!

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