Os números de 2015

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2015 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 1.300 vezes em 2015. Se fosse um bonde, eram precisas 22 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo

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Saudades da escola

Muitos dos meus alunos estão naquela época gostosa da escola, no ginásio, sabe?! E eles aparecem com as mochilas abarrotadas de livros e cadernos e estojo e outros materiais.

Quando peço para fazer lição de casa, eles costumam reclamar e falar que estão cheios de coisas para fazer, que têm trabalho, prova, lição etc. Digo que eles só sabem reclamar e dou risada.

Às vezes eu chorava de tanta coisa que tinha para fazer, meus pais ficavam preocupados com meu desespero, mas eu simplesmente amava a rotina da escola. A – MA – VA!

Sinto muita falta de colocar meu uniforme impecável, de separar meu material na noite anterior, de verificar minha agenda e de limpar minhas canetas (isso ainda faço). Só não decidi ainda se sinto falta de acordar cedo, mas acho que faz parte do pacote de saudades da escola.

Sempre fui nerdona, caxias e dedicada, porém falava para caramba e conversava com todo mundo. Era uma nerd modificada, entende?! Tinha, inclusive, habilidades nos esportes. Era difícil eu reclamar de algo e, quando reclamava, era de alguma injustiça ou por que queria fazer algo diferente e a escola não deixava.

Era uma aluna pró-ativa e sempre disposta a ajudar. Alguns me chamavam de puxa-saco, mas eu não ligava e me divertia todos os dias. Vivia a escola intensamente, não tinha celular para me deixar mais preocupada com o WhatsApp e o Facebook do que com minhas melhores amigas e meus professores que estavam ao meu lado pessoalmente todos os dias.

Para fazer trabalhos, íamos uma na casa da outra e ligávamos para a casa da amiga para conversar. Tenho memórias maravilhosas! E sinto falta de cada momento, dos bons e dos ruins também, responsáveis por me tornarem uma pessoa melhor, sabendo o que era certo e o que era errado.

Colégio Mater Amabilis e ETE Lauro Gomes, muito obrigada!

O vai e vem do “borocochismo”

Sim, estou de férias e passei uma semana e meia um pouco “borococho” (seria sinônimo de cabisbaixa, tristonha). Daí você pensa: “Pô, ela fica de férias e fica mal? Tá louca?!”.

Então, tem coisas que ninguém consegue explicar e essas crises, essas quedas de alegria que tenho, são simplesmente inexplicáveis. Só sei dizer que a solução é tentar me animar com as coisas que me deixam bem como ler, sair com o namorado, curtir a família e os amigos e treinar Kung Fu até os músculos pedirem para eu parar.

Será que são quedas de hormônios? Será que é mais do que normal? Será que tem algo que desencadeia esse “borocochismo” todo? E será que tem algo que manda esse “borocochismo” embora e eu ainda não percebi o que é?

Conte aí! Você também passa por isso?

Novo visual

Sim sim sim…

Após anos com a mesma carinha fofa e coloridinha, chegou a hora de mudar o layout do meu bloguinho para que ele possa ser melhor lido em tablets e smartphones. A modernidade fez a mudança acontecer.

Ainda vou mexer no bloguinho para ele ficar a cada dia mais lindo, mas, enquanto faço meus experimentos, não deixem de ler minhas “aventuras” cotidianas.

Beijão para todos os leitores de minhas palavrinhas! =*

Férias? Já tinha esquecido o que era isso!

Quando decidi fazer mestrado, sabia que o percurso não seria fácil e que eu pensaria no tema de pesquisa 24 horas por dia, 7 dias por semana, 4 semanas (ou mais) por mês, 12 meses por ano, dois anos e mais alguns meses. O processo foi duro e não tive férias. Aliás, férias era algo que eu não tinha tirado de verdade antes de ingressar na pós-graduação. Fui de um emprego para outro, adaptando-me às novas condições e com a mente sempre atenta.

Agora, aqui estou com tempo para fazer o que eu quiser. Leio mangas, vejo televisão, durmo quando quiser, acordo quando quiser, minha pálpebra esquerda parou de tremer, passeio por aí, treino Kung Fu, respiro, como devagar, como pra caramba, relaxo. Quem estava pensando que eu viajaria para o Japão e ficaria por lá um mês se enganou. Não há tempo (verba) para isso ainda.

E, como se não bastasse ter tempo para fazer tudo, minha sensação é de que não tenho tempo para fazer nada e que o dia passa mega rápido. Além disso, minha cabeça já está se movimentando e pensando no semestre que se aproxima. Querendo ou não o “ganhar dinheiro” e “o país tá daquele jeito” me perseguem.

O que fazer? Estudar, pesquisar e rezar para uma ideia brilhante surja e que deixe a vida mais brilhante e tranquila.

Com força, fé e café, sigo em frente!