Um tanto quanto atordoada!

Pra quem pensa que viver é bolinho, como diz Felipe Andreoli: “a rapadura é doce, mas não é mole não”. Caro leitor, é tudo junto e misturado, certo?! Então adivinha por que estou ausente?

A culpa é toda dela: da vida! Ela que traz tantas surpresas, tantas coisas esperadas que eu já sabia há tempos, que a gente evita até onde consegue, mas tem um momento em que não adianta fugir. “Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!” (Ou seja lá o que for!)

E que tal, enquanto tudo isso acontece, não comer loucamente? Sim, sim! Graças à genética e à idade, Paulita aqui não engorda por nada e come até margarina com Toddy e açúcar. Ai, que nojo! Cara, é uma delícia! Faz aí! Mas, olha, anota a receita!

2 colheres de chá de Toddy

3 colheres de chá de açúcar

1 colher de chá de margarina com sal (de preferência Doriana, a melhor)

E tem que ser com sal, se não não tem aquele toque especial!

Além disso, quando a crise é brava, como açúcar puro! Sim, eu sei que não pode fazer isso, mas é muito bom! Quando tiver minha casinha, terei cana no quintal para fazer melaço, rapadura, açúcar, tudo, menos cachaça, que convenhamos, seria um desperdício imenso!

Ants rules!

Então, caro leitor, não fique bravo com este ser que vos escreve! Quem sabe assim coisas mais engraçadinhas e interessantes não surgem por aí?

 

OBS: Galera, beijomeliga, é sério!

OBS2: Fui!

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Línguas ansiosas de bom humor

Na Folha Teen de hoje (ontem, dia 26 de janeiro de 2009 – “Papo maluco” – link: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/folhatee/fm2601200909.htm), foi publicada uma matéria sobre jovens que inventam línguas para se comunicar com os amigos sem que outras pessoas compreendam o que estão falando e para que possam escrever em seus diários e fazer bilhetes os quais só eles compreendem. Alguns podem pensar: Nossa, que demais! Também quero! Mas para mim é bizarríssimo, com todo o respeito.

Um dos rapazes da matéria, um que inventou uma língua chamada teuto, disse que essa “é uma língua do tronco indo-europeu” e que a completou com “um pouco de protogermânico, sânscrito, protocelta, protoiraniano, grego e outras línguas antigas”. Hein??? Uma pergunta: e o português? Ele sabe escrever direito? Ele tem amigos para conversar com ele em teuto?

Essas respostas e outras vêm com o depoimento do criador da mu lanc: “Uso para fazer anotações no meu diário. Meus amigos sabem, mas não se interessam. Mas eu também não me interesso em ensinar, é uma coisa minha, para exercitar minha criatividade”. Ou seja, o cara se isola, mas tá tudo bem, ele é um gênio criador de línguas mesmo. Qual a utilidade disso?

Outro ainda diz que, para se inspirar, procura verbetes em idiomas que não conhece na Wikipedia e, dessa forma, descobriu “que há várias maneiras de se expressar”. Inclusive tem uma forma muito interessante, é falar e escrever numa língua que se chama… peraí… deixe me ver… é… PORTUGUÊS!

Gente, tô bege! Como assim? Essa galera tá meio perdida, é isso? Tão criando novas línguas sendo que mal conhecem a mãe (a língua mãe). Eu não sou a rainha do português, mas me garanto em algumas coisas. Cara, que medo! Tô com medo… E essa galera tem a minha idade ou é mais nova do que eu. Será que vou ficar assim, será que de repente vou começar a escrever de uma forma que só eu entendo e vocês não compreenderão mais nada? Será que aguhja bincofre jiruncrisp fetifuncqki? Blumptis caft?

Hehehe…

O pior é que a Folha pega e faz uma matéria sobre isso e coloca no caderno para adolescentes. Agora vamos andar por aí ouvindo os grupinhos falando jkhausiy ihfemenf niehfrbnsljdfhi foiuehyfe. E o carinha sentado no chão escrevendo em seu caderno ljasdh uhefoenrf ihsfwsnf, pim. Terrível essa visão, não é? Talvez qualquer coisa seja melhor que o miguxês. NaUm Eh, PeXuAlLlL?…

Mas chega disso, de tanta baboseira!

Tava mexendo nos blogs dos meninos do CQC, comentando alegre e contente, até que a alegria passou e uma sensação estranha veio. Por que comento em blogs de famosos (falando igual ao Silas, santistas, taxistas – personagem do Marco Luque)? Será que alguém lê, será que eles leem, será que ninguém lê? Qual a função dos comentários? Hein, por que você comenta em blogs? Por quê? Me diz? (Ai, que pressão!)

Acho que acabo não me ajudando assim, já que a ideia é tornar esse blog bem lido por aí. É um paradoxo isso! Estranho! Mas calma! Já passou, foi momentâneo. Logo depois cliquei no enviar, coloquei aquelas letras e números doidos e o comentãrio fui publicado. Agora já era!

Meu humor também oscila assim como a minha opinião sobre algumas coisas. Passo da extrema alegria e empolgação para a extrema depressão e “achamento de ser uma bosta gigante” em questão de segundos. É… hormônios!

Sem contar a ansiedade que carrego dentro de mim. Eu não posso fazer pipoca, porque fico muito ansiosa esperando os milhos começaram a estourar. Cara, meu pé não para, rodo aquele bagulhinho que tem na pipoqueira umas 50 vezes por segundo para ver se as coisas funcionam mais rápido, mas nada muda e aquela droga não estoura. E de microondas então? Nooooooooooooooooossa… É a morte! Sou uma boa cobaia para estudos psiquiátricos, não sou? Nãããããããooooo…. (vai milhinho, vai!)

E os projetos futuros então? Eles nunca acontecem no presente, são sempre futuros. Ruim isso! Tô com a ideia de um site há meses, quase ano, se é que já não passou. O negócio ficará show de bola! Não peço para esperar para ver, porque pode dar uma canseira. Então fica de boa aí, levando a vida suaaaaaave que um dia posto aqui ou mando e-mail ou ligo ou grito ou twitto ou orkuto ou facebuko, qualquer coisa.

E já começo a me preocupar com o TCC. Tenho dois temas em mente, mas só na mente. Preciso dividir com alguém mais, ouvir dicas e sugestões, opiniões. Não vou contar quais são eles, porque não sei quantos leem esse blog, até onde ele pode chegar e prefiro deixar o bicho começar a pegar para falar sobre isso com você, caro leitor (momento Machado de Assis).

E adivinha só! Choveu pacas! E onde eu estava? Na rua, é claro? A caminho do curso de espanhol. Cheguei lá com o pé como um aquário, só faltou cair peixinhos quando tirei o tênis. Porra, São Pedro, vai à merda, cara! Implicou comigo, é, bicho?! É eu por o pé para fora que pronto: CABRUMMMM!!! Água! Parece desenho do Pica-pau que tem uma nuvenzinha seguindo a pessoa… É do Pica-pau mesmo? Não lembro!

 

OBS:  Esqueci de contar que ontem até dei carona para um cara em meu guarda chuva. São Pedro está me forçando a conhecer pessoas novas! Mas não precisa, eu sou legal! Dei umas duas ou três informações no ônibus e no metrô, até puxaram papo comigo. Tá vendo, mano Pedro, PARA!

OBS2: Tirei 96,5 na prova de espanhol. Ahhhhhhhhhhh, muleke! Arrasei, diz aí! (Tá bom, deixa eu me achar um tiquinhp só, vai!)

OBS3: Para você que não entedneu nada do título, ele é uma mistura dos temas desse post.