Sempre tentando…

Nos últimos tempos estou passando por uma dificuldade séria: falta de concentração.

Juro que tento fazer as coisas, elas rolam por um tempo, mas tudo acaba num mínimo barulhinho, em algo colorido, qualquer coisa que chame minha atenção. Meu TCC tá mais parado do que lesma num congestionamento (nossa, e a imaginação tá mals também). Tô ficando desesperada e não consigo mudar isso. Sempre acho mais mais divertido para fazer e nesse momento é postar nesse blog incrível que me ajuda pacas.

Ah, quero chorar!!!

Semana que vem vou me enfiar no Centro Cultural e não sair mais de lá…

E a vontade de chocolate vai aumentando conforme a Páscoa se aproxima. Queria mergulhar num mar de chocolate, estilo Fantástica Fábrica. Comer doces, muitos doces. Principalmente chocolate, muito chocolate. Nossa, que loucura!

Músicas! Hoje foi dia de Radiohead, Beirut, Elis Regina, Jair Rodrigues, Maysa… Uma belezura! Quem quiser mais, entra lá no meu Last.fm. Se não quiser, bom, vai no 4shared.com e baixa lá o que gosta. Tem muita coisa!

Fico por aqui… Chorosa ouvindo Maysa!

 

OBS: É amanhã! Los Hermanos… Ai, Jesus! O que sobrar de mim cantará no Radiohead. Na verdade vou enrolar no inglês, porque não sei cantar uma música inteira dos caras. Mas me divertirei muito… Galera! Arrasa, gactos, sucesso!

OBS2: Vai lá no dia 5 de março, coloquei a descrição do show dos Backstreet Boys. Ficou bem legal!

OBS3: Depois veja uns textos anteriores do mês passado. Tava devendo um sobre Slumdog Millionaire e outro sobre O Casamento de Rachel. Dias de doença avançada! Hahaha…

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Obrigada, Backstreet Boys!

Desde os onze anos sou fã de uma Boy Band. A primeira vez que os vi foi num especial de Natal do Disney Cruj. Faz tempo! E foi amor a primeira vista! Comecei a estudar inglês por causa deles. Primeiro, para entender o que cantavam em suas músicas e, segundo, para caso um dia os conhecesse, conseguisse conversar direito. Coisas de criança sonhadora!

Sempre tive todos os cd’s, comprava revistas, gravava especiais e clipes, sabia todas as coreografias e até apresentei Backstreet’s Back no Halloween de sei lá que ano. Estava na sexta série. Passava tardes e mais tardes com minhas amigas vendo tudo sobre eles e dançando. Quando estreava clipe novo, eram só gritos e telefonemas histéricos!

Em 2001, depois de anos esperando um show no Brasil, anunciaram que passariam por aqui. Ganhei o ingresso da minha tia, combinei com minha prima (na verdade, irmã da minha tia, mas temos quase a mesma idade e era sempre mais fácil dizer que eramos primas) e as amigas dela. Dia 5 de maio estavamos lá, na fila imensa para entrar no estacionamento do Anhembi. Horas infindáveis de espera, mas valeu a pena e foi incrível!

Os meninos fizaram uma pausa estratégica por um bom tempo. Nick se recuperando da juventude intensa, A.J. indo para uma clínica de reabilitação para parar de beber, Brian cuidando da família, Howie fazendo suas coisas e Kevin se dedicando a várias coisas também.

Em 2006, Never Gone é lançado. Minha irmã virá fãzoca como eu era e vai me reaproximando dos meninos. Unbreakable chega em 2007 sem Kevin. Então começo a ouvir tudo, ler tudo e me torno do fã clube com a Drika em 2008. Sim, tenho carteirinha e tudo. Rumores de uma turnê pela América Latina começam, mas nada confirmado por um tempo. Em novembro de 2008, confirmam shows em São Paulo e no Rio e, em dezembro, começa a venda de ingressos. Logo garintimos os nossos. R$ 175 pista normal, meia R$ 85. Uma boa grana!

Mais de dois meses de espera e chega o tão aguardado 5 de março.

Mal dormi, mal acordei, mal fui para a faculdade, mal fui trabalhar. Tive uma dor de barriga muito louca (como sempre tenho antes de shows, peças de teatro e coisas que espero demais), mas sobrevivi. Finalmente pude ir para o trem e às 18h 30 cheguei no estacionamento do Credicard Hall. Minha irmã e uma amiga, Marcela, já estavam lá. Na fila conheceram a Amanda, que veio de Piracicaba. A amaioria da turma tinha tudo a minha faixa de idade, 22, 23, 24 anos. Ou seja, fãs antigas.

Logo começou o aperto. Em São Paulo, cerca de 30 graus sem muito vento. Devo ter emagrecido uns  três quilos.

19h. 19h 30. 20h. 20h 30. 21h. 21h 10. 21h 15. 21h 20. 21h 25.

Nossa, quase 21h 30, horário marcado para o início, mas como todo show, principalmente internacional, não começará no horário, claro. Pode colocar mais uma hora aí.

Para nossa surpresa, às 21h 30 em ponto, as luzes do Credicard Haal se apagam e o show começa… Fazia tempo que não gritava tanto e detalhe, não tava vendo nada! Todos no palco, telão salvador e gritos, muitos gritos. Quase morri! Apertavam demais! Era desumano aquilo. Parecia que tinha chovido muito e tinha me molhado toda, mas era de suor. Suor meu e de todo mundo. Foi uma guerra de bundas, braços, cabeças, cotovelos e me defendi bem, pelo menos, eu acho.

Começou com Larguer Than Life, homenagem aos fãs. Gritos, gritos. Toda vez que o A.J. cantava, eu gritava loucamente. Minha irmã fez alguns vídeos e só dá para ovir o meu grito. Uma histérica doida! Só conhecia duas letras: A. JJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJ…

Até então, só tinha me emocionado no início do show, mas quando tocaram All I Have to Give, disparei a chorar copiosamente. Foi incontrolável e inesperado. Foi a lembrança das grandes amigas que me fez chorar. Cíntia, Miyuki e Mayumi! Que falta vocês fizeram! Obrigada pelos ataques de fãs da adolescência!!!

Aprto, calor, emoção, gritos e pulos para tentar ver. E eu consegui!

Todos os sucessos antigos e novos foram apresentados. Os meninos (ainda meninos, nada de preguiça e idade pesando) se emocionaram, até porque depois de 16 anos de carreira, voltam ao Brasil e encontram mais de 12 mil fãs de esmagando para vê-los. Muito gratificante, eu acho!

Acabou!

Ninguém acreditava! Drika chora depois de tudo, não acreditava no que tinha visto. Marcela suspira e amanda não sabe o que falar! Eu só ria e respirava depois de cinco horas de sufoco.

Backstreet Boys, obrigada pelo show, pelas lembranças, pela diversão… Vocês são incríveis!

 

OBS: Fotos depois no Flickr, mas já aviso que não tem nada muito visível!

Há quase oito anos me preparava para um dos dias mais emocionantes de minha vida