Me dá um abraço, Palmirinha?!

Até meus seis anos de idade, ficava na casa da minha avó enquanto meus pais trabalhavam. Meus dias eram muito tensos, tinha zilhões de coisas para fazer, entre elas, dormir, ver tv, comer, ir ao banheiro, pintar desenhos, brincar com as vizinhas, ficar no balanço, andar de bicicleta e aprender a assoviar com meu avô.

Quando sossegava um pouco, ficava na sala com minha avó vendo tv. Na programação da tarde, entre um desenho e outro, tinha sempre um programa para mulheres em que passavam receitas e mais receitas gostosas. Assistindo a essas mulheres todas, conheci uma velhinha muito simpática, graciosa e fofa. Essa vovó era a Palmirinha Onofre. Não lembro quando foi a primeira vez em que a vi na televisão, mas logo meu avô passou a imitá-la. E era “minhas amiga” para cá, “meu chocolate” para lá e muitas risadas, pois não era deboche, era simpatia pura.

Ainda não aprendi a cozinhar, porém sempre prestei atenção em tudo o que ela fazia e dizia. Preciso arriscar e fazer uma receitinha logo! XD

Cresci vendo camafeus maravilhosos, sorvetes lindos, bolos de dar água na boca! Só citei doces porque sou uma formiga em forma de gente, mas curto uma torta salgada caprichada também!

Cresci (não muito porque tenho apenas 1,55 m) e, durante todos esses anos, li matérias sobre a Palmirinha, a vi em vários programas de tv e quase tive um treco de “mimizice” quando ela foi ao CQC. Queria agarrar aquela senhorinha de qualquer jeito! (Calma lá, pessoal! É só excesso de carinho por ela!)

Quando Palmirinha se afastou das telinhas (na verdade ela apareceu mais e em quase todos os canais), li as milhares de matérias que escreveram e fizeram com ela. Já conhecia sua história, porém não com seus detalhes. Vê-la se emocionando toda a vez que conta sua trajetória é de encher o coração de fofura e humildade!

Que mulher! Que pessoa linda! Que família ela construiu! Que valores!

Agora toda vez que a vejo em algum lugar, solto um “óun” e minha mãe e irmã vêm correndo, porque sabem que estou falando de ninguém menos que PALMIRINHA ONOFRE!

Virei fã do site lindo dela (Vovó Palmirinha) e a sigo no Twitter (@vovopalmirinha), é claro! E ela só sabe me deixar com água na boca colocando aquelas fotos daqueles pratos deliciosos e lindos que ela faz.

Bom, chega de rasgação de seda!

Corra e leia tudo o que tiver no site dela!!! Isso é uma ordem!

Agora uma mensagem para a musa desse post:

Palmirinha, parabéns por tudo! A senhora é demais! Sou sua fã-netinha e um de meus sonhos é entrevistá-la para esse humilde blog!

Uia! Fiz uma declaração pública! XD

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Em um dia de 2009…

… estava fazendo um almoço musical com dois amigos queridos em casa.

Lembro que comemos pizza, aquelas que compramos no super mercado e só temos o imenso trabalho de enfiar no forno e comer.

Enquanto preparávamos e degustávamos esse prato dificílimo de se fazer, ouvíamos as cinco músicas que cada um dos três selecionou.

O Bruno começou e nos ofereceu:

1. Unreachable – John Frusciante

2. Cyclone – Dub Pistols

3. Judas – The Verve

4. The Sacriment – H.I.M.

5. The Velvet Glove – Red Hot Chilli Peppers

Sobre essa lista, infelizmente não me recordo das explicações do Bruno, mas sei que ele é fanzaço do Frusciante e do RHCP.

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Logo em seguida, veio Felipe com:

1. Reckoner – Radiohead

2. If – Pink Floyd

3. Hallelujah – Jeff Buckley

4. It’s ok – Pearl Jam

5. True love waits – Radiohead

Sim, ele ama Radiohead e Hallelujah é uma das musiquinhas que tocam no Shrek, o primeiro filme. É triste, mas fiquei com essa memória. Sorry, guy!

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E para finalizar, EU, com um pinguinho de música brasileira:

1. The Greatest View – Silverchair

2. Maracatu Atômico – Chico Science e Nação Zumbi

3. Crawling – Linkin Park

4. Chuva Negra – Hurtmold

5. Volcano – Damien Rice

Eu ainda não amava Muse. Nem conhecia os moçoilos direito. Mas ainda amo essas bandas… Sim, eu gosto de Linkin Park e ninguém tem nada a ver com isso! =D

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Sinto que as pessoas ainda estão se perguntando: “Mas que p**** é essa se Almoço Musical?”

As regras são as seguintes:

1. Convide seus amigos mais queridos;

2. Peça para eles escolherem as músicas que mais os marcaram ultimamente ou a vida inteira (decidam entre vocês o número de músicas, quanto mais gente, menos músicas);

3. Inventem algo para cozinhar e comer enquanto cada um apresenta suas músicas e explica porque elas são tão importantes;

4. Deem muita risada e anotem tudo num papel para depois dividir com os amigos bobos que não quiseram ou puderam ir (adoro essa parte! Uahahahahaha…) e para você se lembrar depois e ouvir as musiquinhas.

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Bom, acho que preciso fazer mais um desse aqui em casa, mas dessa vez com mais amigos participantes e legais, porque da outra vez só os irmãos apareceram, né!?

Quem topa?

Maratona 2009: em busca do tcc perfeito

Mais um mês se inicia e aqui estou eu, em busca do tcc perfeito.

Em conversa com um dos meus professores, o querido Mieli, organizei algumas informações, vi formas de colocar no papel aquilo que gostaria sem deixar o texto muito chato e ele me indicou colocar minha opinião na conclusão, dizer o que acho de tudo isso: culinária atual, sobrevivência dos restaurantes antigos, surgimento de vários outros, slow food, fast food, self-service…

Vai dar trabalho, mas ficará lindo, lindo mesmo…

Depois disso curti um pastelzinho de carne desfiada com queijo, catupiry e tomate saco e chocolate com doce de leite na feira que tem perto da PUC. Delícia!!!

Agora é trabalhar morrendo de sono e preocupada com todas as coisas que ainda tenho que fazer para o tcc. Preciso agilizar minha folga no trabalho!

OBS: Hora de correr e correr e correr até deixar de sentir as pernas, os braços, a cabeça, o corpo inteiro… Depois posso desmaiar a vontade.

Melhor seria ler e comer…

Conversei com meu orientador do TCC, senhor Cripa. Hehehe… Como é que ele me aguenta? Enfim, roubei a revista E, do Sesc, dele, antes de qualquer coisa. E agora é marcar entrevistas e sair de casa.

Primeiros restaurantes escolhidos: Pizzaria Bruno e Itamarati.

O problema é que vou a restaurantes conversar com as pessoas, gravar um monte de falas, sentir cheiros, tirar fotos e comer? Quando é que eu como? Vai saber… Ou eu trabalho ou como. Mas terei que comer também. Como falar sobre essas lugares sem experimentar as comidinhas deliciosas? Será que alguém vai me oferecer algo? Bom, só descobrirei quando eu for. Quando isso aconteceu conto aqui como foi.

Ah, aceito indicações…

 

OBS: Comer, comer… Comer, comer… É o melhor para poder crescer. Não no meu caso. E olha que eu como pacas!