Sou uma fraca!

Se descansar e dormir é para os fracos, eu assumo, sou uma loser sem forças.

Às vezes queria que estar com fome e com sono não fossem estados constantes, mas, assim como ter cabelos castanhos e cacheados, essas características nasceram comigo.

Isso porque essa anta aqui não consegue dormir cedo e sempre tem que acordar de madrugada (5h 30, 6h da manhã). É a morte!

Se meus horários fossem criados por mim, acordaria às 8h, sairia de casa às 9h com café tomado, banhinho gostoso e jornal assistido (ou Ana Maria Brega… ups, Braga. Credo!), trabalharia das 10h às 17h e faria espanhol das 20h às 23h. Depois chegaria em casa às 23h 30, comeria, escreveria no blog, faria outras coisas, como ficar tagarelando e lendo, e dormiria umas 2, 3h da manhã. Tá certo que dormiria pouco também, mas com relação às 3, 4 horas que durmo hoje, sairia no lucro fácil.

E meu aniversário tá chegando, galera! O que vou ganhar de aniversário? Nada de conta para pagar e outras coisas sem graça, hein! Pode ser um tênis, um cd, um dvd, um livro, um chocolate, um abraço beeeeem apertado, um e-mail fofo, um parabéns sincero. Como sempre digo, sou fácil de agradar, bem fácil, mas poucos sabem como.

 

OBS: Ah, Damien! Você não sai da minha cabeça, porque coloco o fone nos ouvidos e fico ouvindo suas músicas o dia inteiro. O pior é que vou cantando… Hahaha… Haja saco!

OBS2: Se alguém esquecer meu aniversário, morre, ok?! Hihi…

OBS3: Ah, CQC, que falta me faz!

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Um domingo, nada mais

Ah, Damien, Damien! Você não sai de minha cabeça! Que show! Que noite! Que músicas!

Vóvis e Vôvis, feliz aniversário de casório! 51 anos juntos? Putz! Eu não vou aguentar viver comigo mesma 51 anos! Vocês são guerreiros!

E ontem foi dia de balada! Foi aniversário do super Diogo no Teatro X. Esse cara mandou muito bem comandando o som. Ótimo gosto musical! Parabéns, querido! Você é um dos únicos que gosta de “trabalhar” no dia de sua festa de aniversário. Hehehe…

Depois fomos para a Love Story. Cara, que loucura! Tinha gente de tudo quanto é tipo lá. Um calor insuportável, lotação máxima, impossível de se movimentar. E não é que encontrei três pessoas que estudaram comigo no colegial em São Bernardo na ETELG?! Esse mundo é bem, mas bem pequenininho. Eles disseram que eu não mudei, que continuo a mesma, pequenininha. Legal, né! O problema era se alguém achasse que eu tinha crescido ou encolhido. Aí eu ficaria assustada. Mas tudo bem, “minha voz continua a mesma, mas os meus cabelos”. Hehehe…

E cheguei cedo em casa. Às 5h45 do domingo. Antes passamos no MC Donald’s. Comi aquele Chicken Wrap MTHFCK Grill (ou Crispy). Demorei alguns minutos para acertar o nome do negócio (ou bagulho, como preferir) e depois parecia que tinha comido um Big Mac ou um Cheddar. Afinal, tem tudo o mesmo gosto, não é?!

Ai, como a Atena (minha pinscher preta e canela) é fofa e brava e pentelha e linda. Ela é um paradoxo! Lembrei-me de quando ela era pequenininha, uma bolinha de pulgas. Ela quase não precisava fazer esforço para andar, as pulgas a levavam para qualquer lugar. E como era filha única, saia rolando também. Locomoção não era problema. Um dia ela chegou aqui em casa. Andava e ficava presa no carpete, se escondia atrás do sofá e já dormia na cama. Agora tá grande (tá bom, pode tirar sarro, desde quando pinscher é grande?!), continua chata latindo por qualquer coisa, mas é linda. Dá vontade de morder, mas antes que eu consiga fazer isso, ela já arrancou meu olho fora. Um problema! E por que falei sobre ela? Porque dia 23 ela faz aniversário. Quatro aninhos. Para cachorro são 28, certo!? E espero que ela dure muito, muito tempo. Ela fará falta um dia ou eu farei flata um dia. Enfim… (provavemente ela ganhará um texto especial no aniversário

Meu time ganhou! Aeeeeeeeeeeeeee! Iurruuuuuuuuuuuu!!! É nóis!

 

OBS: Dormi pacas, estudei espanhol pacas e tô morrendo de fome (pacas!). Estado constante assim como estar com sono.

Damien Rice

Damien Rice embaçado. Estava muito nervosa, feliz e cantando. Nunca sairia direito essa foto!

Damien Rice embaçado. Estava muito nervosa, feliz e cantando. Nunca sairia direito essa foto!

São Paulo – Citibank Hall – 30/01/09

Dormi tarde por causa do show do James Blunt. Cheguei em casa uma da manhã e ainda fui jantar, contar o show inteiro, tudo o que aconteceu, mostrar as fotos, os vídeos, e foi impossível calar a boca antes das 3 da manhã.

Com o intuito de me matar do coração e de felicidade, os dois, James Blunt e Damien Rice, resolveram fazer shows em São Paulo um dia seguido do outro. Nossa! E não é que quase me mataram mesmo?!

Cheguei do trabalho, fiquei tagarelando, porque é isso que faço quando fico ansiosa, comi, tomei banho, me arrumei toda e passei mal um pouquinho (antes de qualquer show ou qualquer peça, eu passo mal. Enjôo e dor de barriga são os sintomas mais comuns). Saí de casa às 20h 30. Estava chovendo para variar, mas nada tiraria meu bom humor e minha alegria (certo, São Pedro?). Fiquei ouvindo Damien o dia inteiro, até em casa no volume master blaster. Minha mãe e minha irmã não me agüentavam mais gritando, dançando, cantando. E também estavam quase dormindo com as músicas dele. Elas não sabem o que é bom!

21h 15. Já estou dentro do Citibank Hall. E não é que meu lugar nem é tão ruim assim! Sem cabeças gigantes em minha frente. Era assento Y4, mas estava lindo!

Fiquei meio entediada, ninguém puxava papo, ninguém quer falava comigo. Opa, então alguém fez uma pergunta que os outros não sabiam responder. Pronto, minha deixa! Cannonball! Hahaha… Respondi! E o papo rolou solto. Ufa… Menos mal. O tempo passou um pouquinho mais rápido.

Às 22h, horário marcado no ingresso, nada de Damien.

Meia hora depois uma mulherzinha disse: “Boa noite. Devido à chuva forte, informamos que o espetáculo de hoje começará atrasado. Em breve, Damião Risse (ela falou de um jeito bem engraçado)”.

Mais vinte minutos e no telão informações de segurança, ou seja, ia começar. O coração disparou e ninguém mais conseguiria me segurar. Ele entrou, eu gritei e tirei foto. O cara falou pra cacete! E nós lá, quietinhos prestando atenção.

Nada de banda, nada de Lisa Hannigan, apenas Damien, seu violão, suas velas e suas histórias engraçadíssimas.

Não lembro as músicas na ordem que ele tocou, até porque o importante é o que eu senti, o que todos nós sentimos no show. A galera foi ao delírio! Eu não menos. Gritos a cada final de música. Risadas durante e a cada final de história. Damien é praticamente um piadista. Deve fazer comédia stand-up em breve.

Foi uma mistura de sensações. Diverti-me bastante, me emocionei em todas as músicas e, adivinha só, em minha canção favorita ele falou para quem quisesse subir ao palco. Demorou uns 5 segundos para minha ficha cair e quando entendi, larguei a mochila com um rapaz, disse “Vou lá!” e sai correndo com a câmera na mão.

Nooooooossa! Que nervoso! Pensei que não subiria no palco! Subi, eu e meia platéia. Foi legal pacas! Cada parte cantaria uma parte diferente de Volcano. Meu lado ficou com: What i AM to you, it’s not real, what I am to you, you do not need”. Tirei fotos e mais fotos dele ali, do meu lado. Também fiz um vídeo. Depois para descer foi difícil. O palco é bem alto. Machuquei minha mão e descobri alguns roxos em minha hoje de manhã. Hehehe…

Foi lindo, lindo, lindo…

Max de Castro cantou uma bossa nova com ele, e em português ainda. Uma graça!

Difícil conseguir transmitir tudo em algumas (muitas) palavras. O vocabulário se torna minúsculo nessas horas.

Só quem estava lá sentiu o momento. Parecia que estávamos na sala da casa dele. Teve até encenações de fatos que ocorreram e que o inspiraram.

O que desejo agora é que ele volte o quanto antes!

 

Para quem quer ouvir mais Damien Rice, recomendo baixarem os dois CDs, 9 (é o número nove) e O (é a letra “O”). Também tem um show inteiro no YouTube, além das fotos no meu flickr e os vídeos no meu YouTube.

 Ouçam!

 

 

OBS: Se quiser, posso contar todas as histórias que ele contou. Aqui fica difícil, levaria muito tempo e não teria minha encenação, se é que isso ajuda em alguma coisa.