Conquistas e desafios

Mega difícil fazer um levantamento de 2012, isso porque minha memória é péssima e começo a misturar o que aconteceu em 2012 com o que aconteceu em 2011, 2010, 2000, 1986. Mesmo assim, consigo lembrar coisas muito importantes.

A melhor notícia de todas foi a cura total de meu pai. Sim, o câncer se foi para todo o sempre! Eita, homem forte! E mamãe mostrou ser a pessoa mais companheira e mais forte de todo o universo. Ela é uma heroína! Uau! Sou filha de super-heróis! Uhuuuu…

A irmãzoca agora é gastrônoma e está cozinhando maravilhosamente bem. A Concheta, minha lombriga, agradece!

O namorado agora é pós-graduado e só me enche de orgulho! S2 S2 S2 Agora é convencê-lo a fazer mestrado. Kkkkk…

A saudade apertou em 2012 e a vontade de estar perto de amigos incríveis só aumentou. No entanto, 2013 está aí e é só marcarmos uma data! Kkkkkkkk…

Meu time decepcionou e muito, mas a paixão pelo Palmeiras se mantém a mesma, desde que nasci. Avanti, Palestra!

Um ídolo se aposentou. Chorei junto com ele e percebi que, sim, sou fã de São Marcos, muito fã! Muito mesmo!!!

Famosos queridos partiram desse mundo e fiquei triste, pois, como disse Hebe Camargo, acho que a morte (para algumas pessoas) é uma peninha. O grande número de pessoas que se foram também me assustou bastante.

Entre os queridos que se foram está meu vô Pedro. Só lembranças lindas ficarão! Para cantar para ele, Magal, meu canário da terra, também resolveu nos deixar.

E a família Gomes ganhou mais um membro: Baunilha. Uma pequenina pinscher que chegou para alegrar a família toda!

Dancei mais Gangnam Style do que qualquer outra coisa!

Virei fã do Omelete e do Make1up!

Ganhei um Xbox e estou ficando mais nerd! Kkkkkkkk…

Sinto muita falta de Harry Potter! Muita!

Vi Linkin Park, pela segunda vez em minha cidade, e New Kids On The Block! S2

A carreira como jornalista reservou surpresas e, finalmente, senti-me uma pessoa feliz e livre após meses de trabalho excessivo e pressão. E a certeza de que dei meu melhor, pensando nos leitores e até me deixando de lado, só me faz sorrir. Aprendi a fazer o certo e a não fazer o errado, vi que amizade de verdade não tem tempo ruim e sobrevive a tudo. Garanto que sou uma pessoa bem melhor agora, mas que tem muito caminho para traçar, tem.

Tornei-me professora de inglês e espanhol e tive as primeiras experiências com aquilo que quero para a minha vida toda: ensinar, inspirar, incentivar, despertar. Pesado, mas vou me preparar bem para oferecer o melhor para meus futuros alunos.

Pensando nesse futuro, li mais de 800 páginas em seis dias, fiz projeto com todo carinho e provas com a maior concentração possível. Resultado: sou mestranda! Metodista, aqui vou eu!

Minha pilha de livros cresceu. Gastei horrores na Bienal do Livro e em promoções na internet. A Livraria Cultura pensa que eu trabalho lá! Kkkkkk…

Inúmeros desafios brotaram em minha frente, todos foram aceitos.

Tive várias conquistas e é por isso que estou aqui, salvando energias para 2013, que sugará o melhor de mim!

Estou pronta!

Pode vir, Ano Novo!

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O nascimento de um leitor

Como nasce um leitor?

Após ler alguns textos inspiradores na internet (confira aqui, aqui e aqui), comecei a pensar como incentivar crianças, adolescentes e adultos a lerem. Difícil, não?! Tenho três casos em casa e obtive sucesso apenas em um: com minha irmã.

Assim como aconteceu comigo, aconteceu com ela. Comecei a ler de forma ininterrupta (com pausas apenas devido a grandes exigências por parte do trabalho e da pós) após ler Harry Potter e tudo o que era ligado à saga. Quando me via sem o próximo livro lançado por J. K. Rowling, corria para outras leituras que iam da literatura fantástica a livros de não-ficção, cabeçudos e teóricos.

Esse novo costume me transformou em uma devoradora de livros no primeiro ano da faculdade, o que me fez ler, praticamente, todos os livros-reportagem referência em pouco tempo. Ou seja, o interesse me fez ler em pé em ônibus e metrô lotados, andando para casa, pontos de ônibus e para a faculdade… Grandes autores me fizeram perder a estação e o ponto certos, me fizeram sentar no jardim do prédio onde moro por mais de 20 minutos para acabar um capítulo antes de entrar em casa, almoçar e jantar lendo (mesmo indo contra indicações médicas que afirmam que ler enquanto come faz mal para a vista).

Junto com a nova mania de Paula Cabral, veio a hipermetropia e o uso de óculos, o que deu um toque mais nerd ainda a essa leitora voraz de capas coloridas, palavras negras em folhas brancas e cor de pólen, autores famosos e desconhecidos. O que caia na mão era lido, assim como são todas as placas do comércio e disponíveis por aí. Talvez venha daí o cansaço mental constante. Meus olhos buscam incessantemente por sentido nas letras espalhadas pela cidade. Não para de jeito algum!

Voltando aos meus outros dois casos familiares, papai tornou-se um grande católico e leitor de tudo o que é religioso. Leituras difíceis e que exigem repetição. Já mamãe, não teve jeito. Não há Cristo que a faça ler uma obra de Machado de Assis, por exemplo. Apenas Ágape, do Padre Marcelo Rossi. E tenho como criticar? Claro que não! Toda leitura é super bem-vinda… É leituraaaaaaaaaaa… Todo e qualquer livro sobre qualquer tema pode ser o pontapé inicial fundamental para o surgimento de um novo leitor.

Dessa forma, jogando os preconceitos para debaixo do tapete, leiam e leiam… Escolham os autores preferidos, os temas mais estimulantes e mergulhem de cabeça nesse mundo maravilhoso das palavras.

É uma viagem sem volta, um vício maravilhoso.

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Obs.: Gastei mais de R$ 400 na Bienal do Livro e fiquei rindo por dias seguidos… XD

Uma descoberta (nem tão incrível assim)

Sim, agora sou uma pós-graduada em Jornalismo Literário pela ABJL. Adoooooooooooooro!

Mas vamos ao tema desse post.

Para o meu TCC sobre o fim da saga Harry Potter, comprei a biografia de J. K. Rowling para descobrir mais detalhes sobre a vida dessa incrível escritora e sobre as origens da saga. Para quem se interessou, o livro é J. K. Rowling – Uma biografia do gênio por trás de Harry Potter, de Sean Smith.

Quando cheguei à juventude da escritora, quando trabalhava na Anistia Internacional em Londres, li uma parte que me interessou bastante, principalmente quando pouco tempo depois ela revelou o lançamento de um romance adulto, The Casual Vacancy, em setembro desse ano.

Tudo isso só para dizer que estou achando que esse romance pode ser o desenvolvimento de textos antigos, escritos antes do surgimento da ideia sine qua non (sempre quis usar essa palavra) de Harry Potter.

Abaixo, trecho intrigante do livro:

O fato de estar ganhando algum dinheiro reduzia as preocupações de seus pais quanto ao seu futuro. Eles eram pessoas práticas e naturalmente Anne se preocupava por não estar mais por perto para ajudar no futuro. Joanne passou algum tempo em Londres trabalhando para a Anistia Internacional. No início estava animada, mas logo a falta de envolvimento ativo frustou suas aspirações. Yvette Cowles recorda que “Jo era muito idealista, e lembro-me de que ficou muito desiludida. Não creio que ela estivesse feliz ali”. Ela trabalhava no departamento africano, ajudando a pesquisar os abusos contra os direitos humanos nos países de língua francesa, mas nunca se ajustou completamente. Quando seus colegas de trabalham saíam para almoçar, Joanne inventava uma desculpa qualquer e se afastava na direção contrária, em busca de um local tranquilo onde pudesse escrever o romance para adultos que iniciara. Chegou a um ponto em que seus pretextos eram tão ridículos que uma colega perguntou se ela estava tendo um caso na hora do almoço. Nenhum dos dois livros para adultos que escreveu aos 25 anos chegou a ser publicado, mas ela desenvolveu o costume de rabiscar anotações e parágrafos em bares e lanchonetes, algo que foi útil quando estava escrevendo Harry Potter.

Esmaltes e experiências

Não nasci com o dom da arte, porém me arrisco e tento deixar minhas unhas bonitinhas com letras, desenhos e cores diferentes.

A novidade mais quentinha é o lindo esmalte que minha amigona Luana trouxe para mim do Canadá (além de deliciosos chocolates recheados com caramelo).

O pincel desse esmalte é maravilhoso. Ele é retangular e as cerdas, super fofas. O esmalte desliza sobre as unhas e não deixa marcas. Além disso, ele seca quase que instantaneamente.

E a cor é MA-RA-VI-LHO-SA!

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A outra ousadia foi o desenho dos dedões do pé. Em homenagem ao meu ídolo, Harry Potter, fiz raiozinhos vermelhos.

Confira!

Sei que não é bonito ficar mostrando os dedos do pé assim para todo mundo, mas não ficou uma gracinha esses raiozinhos???

Viva Harry Potter!!!!

Sofrimento

Escrevo esse post apenas para dividir com meus queridos leitores o quanto estou sofrendo com o fim próximo da grandíssima e maravilhosa série de Harry Potter e seus incríveis livros e filmes.

São tantos vídeos e posts emocionados de lindos fãs que estão sofrendo como eu que me emociono a cada dia, a cada minuto, a cada suspiro mágico.

Vamos com força e união, caros fãs, que manteremos essa paixão acesa por muitos anos e gerações.

Um grande beijo para todos…

Harry Potter, uma paixão incontrolável

Sempre gostei de bruxas, magos, feitiços e mágica, jurava que eu era uma bruxinha e sempre peço para me darem parabéns no dia 31 de outubro, mas me recusava a ler Harry Potter por achar uma modinha ridícula de gente acéfala. Sabe como funciona o pré-conceito, né?! Já estava traumatizada com tanta porcaria fazendo sucesso por esse mundo insano (ou insana sou eu?!).

Até que alguém me disse para ler a saga e ver os filmes porque eu gostaria e muito. Meio contrariada, peguei os livros emprestados e comecei a leitura.

Pronto!

Viciei!

Como normalmente as pessoas fazem, comecei pelo começo e li Harry Potter e a Pedra Filosofal em um ou, no máximo, dois dias. Logo em seguida fui até a locadora e peguei o filme. Terminei de vê-lo e fui correndo para o segundo livro, o qual também acabei rapidinho. E segui o mesmo procedimento: locadora, filme, próximo livro.

Como o número de páginas ia aumentando a cada livro, eu demorava um pouco mais para finalizá-los, porém o esquema permanecia o mesmo: terminava o livro e ia correndo alugar o filme. Mas, de repente (olha o drama da garota), acabaram-se os filmes e tive que adquirir uma mania péssima (ou não): ficar ansiosa aguardando os próximos lançamentos, tanto de livro quanto de filme.

No caso, em breve sairia nos cinemas Harry Potter e o Cálice de Fogo, a que fui correndo assistir. Além disso, ainda faltava o sétimo e último livro da saga potterística, Harry Potter e as Relíquias da Morte.

Daí em diante, o vício foi piorando e à minha mãe fui assustando (uma riminha de vez em quando faz bem):

* Ganhei um álbum de figurinhas da minha tia (minha prima ganhou, mas não queria) e colecionei (ia quase todos os dias à banca de jornal);

* Comprei um botton da Hermione Granger (queria todos, mas era muito caro e selecionei apenas um, o da minha “ídola”);

* Queria e ainda quero o cachecol da Grifinória (uma das casas da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, onde estudam Harry e seus amigos – e inimigos), uma capa preta e todo o uniforme, além da varinha;

* Quando comprei o último livro pela internet, ganhei um baralho;

* Fiz um teste e confirmei que realmente faria parte da Corvinal (as quatro casas de Hogwarts são: Grifinória, Sonserina, Lufa-Lufa e Corvinal). Hahahahaha…

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Minha paixão, perto da de muitos, é pequenininha, mas sigo no Twitter alguns sites que cobrem tudo o que acontece relacionado ao Harry Potter, à J. K. Rowling e aos atores que estrelaram os filmes. Também recebo newsletters de um blog espanhol (Blog Hogwarts) e faço parte de um fórum (Oclumência). Ah, e sempre confiro as novas notícias no Potterish.

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Um amigo foi para Londres e de lá me trouxe um presente. Alguns meses antes de voltar, disse que havia comprado algo que tinha a minha cara, mas eu não fazia ideia do que era. Como sou curiosa e ele também não resistiu guardar segredo, contou-me ser um vira-tempo, objeto que Hermione Granger usa na história do terceiro livro, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, para conseguir estar em mais de um lugar ao mesmo tempo.

Para que ele foi me contar isso? Espalhei a belíssima e fantástica notícia para todo mundo, muitos nem sabiam o que era e eu mandava foto e ficava gritando e era um horror de criança feliz serelepe e saltitante.

Hoje, dia 27 de setembro de 2010, ganhei meu presentinho maravilhoso. E estava aqui, agora, sozinha, sorrindo para ele feito boba.

Meu namorado disse: “Cuidado com ele, hein, amor! Não vai ficar andando com ele pra cima e pra baixo!”

E eu: “Ele não vai sair de casa depois que chegar lá!”

Pensando bem, só se eu for a uma pré-estreia. Porém, também não sei se sou tão fanática assim. Para não tirar o prazer dos mínimos detalhes do último filme que chegou aos cinemas – Harry Potter e o Enigma do Príncipe –, resolvi deixar passar algumas semanas para não correr o risco de ter que aguentar adolescentes irritantes e crianças pentelhas e, no final das contas, o filme saiu das telonas e eu perdi. =/

Tudo bem! Assaltei minha prima de oito anos e estou com os seis dvds em casa há mais de dois meses. Já revi todos, mas preciso ver mais uma vez cada um. Uma vez no mínimo, é claro! Adooooooro!

Novembro está chegando e mal posso esperar para ver a primeira parte de Relíquias da Morte. Os trailers são maravilhosos e já me fizeram gritar e arrepiar e criar lágrimas nos olhos toda vez que os vejo. Minha irmã quase me matou quando o primeiro trailer foi divulgado no Movie Awards da MTV. Eu ficava gritando: “Ow, my God! Ow, my God!” Haja saco, né?!

Enfim, vou colocá-los aqui para que alguém possa se interessar e virar fã como eu! XD

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Bom, essa é minha pequena história com o Harry Potter. Ninguém agüenta mais me ouvir falar sobre ele, ver-me relendo os livros, revendo os filmes, colocando HP nas minhas fotos do Facebook e Twitter, mas tudo bem. Na adolescência a gente fica assim mesmo! Rá! XD

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OBS: Eu amo Harry Potter!

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OBS2: Max, querido, seja bem-vindo de volta ao país da bunda e da corrupção e muitíssimo obrigada pelo presente maravilhoso que você trouxe para mim. Te adoro, chuchu! XD     =*