Inesquecível!

radiohead

Impossível esquecer esse dia!

Começou assim…

Para variar só um pouquinho, acordei atrasada. Detalhe: tinha que avisar para a família do Bruno que estava indo para o almoço surpresa, esperar o Renato para entregar o ingresso do Just a fest, combinar com a Luana e o Felipe os esquemas master blaster do super dia, além de ter que tomar banho, arrumar o cabelo, escolher roupa, separar as coisas, tudo para o grande dia. Ai, que emoção! Tudo isso correndo e super nervosa e ansiosa.

Acordei, liguei para um monte de gente, entreguei o ingresso para orenato, conversei um pouquinho, subi correndo, tomei banho, me arrumei e… Putz… Atraso gigante!

Consegui carona para a casa do Bruno com meu papito. Quase lá descobri que tinha esquecido o celular. Como é que uma pessoa, num dia corrido desses, esquece o celular sendo que o tinha carregado e separado? Cara, sou uma anta, daquelas bem topeiras mesmo. (Que tal mais um animal para essa frase? Sugira um!) Resultado: Minha mãe me emprestou o dela e sai fazendo ligações a cobrar para todo mundo cujos números de celular lembrava para passar o novo número. Isso mesmo, muita gente ficou de fora, porque minha memória de peixe de aquário não comporta muitos números. Sem celular, sem telefones.

Enfim, cheguei. Que família simpática! Todos fofos! E que feijoada! Tava uma delícia, Rosa, obrigada! O Bruno ficou surpreso com a galera lá. Foi bem legal. De presente de retorno, dei os ingressos para os shows do Camelinho que serão dia 26 e 27. Adoro dar presentinhos e lembrancinhas! Hehehe…

Nossa, 14h 30. Tenho que ir para o metrô encontrar o Felipe. Para variar de novo, já estava atrasada. Bruno me deu carona até o Vila Mariana e lá pulei de um Prisma preto para um Ka preto. O que seria de mim sem meus amigos com carro e suas caronas incríveis? Galera, brigadão, meus amores!

Felipe estava animado, ansioso, quase tendo um ataque do coração e cantando e curtindo loucamente cada música do cd que gravou com o set list do show do Radiohead no Rio. Eu como uma grande perdida, fui rindo e cantando aquelas que sabia, ou seja, duas ou três. Mas valeu… Sempre vale!

Chegamos na casa da Lu. Pula todo mundo para o carro dela. Passa no apartamento da Patty e bora pro Jockey. Quem sabe chegar lá? Só o Fê. Hehehehe… (Preciso de um GPS!)

Trocentos carros, milhões de pessoas (que exagero!), todos sorrindo, cantando, gritando, correndo… Vai chover ou não vai? E o barro todo do Jockey? Ai, fudeu! Não tenho capa! O quê? Não pode entrar com câmera? Não, damos um jeito! E fala, e canta, e encontra amigos, colegas, todo mundo…

Entramos… Ai, que nervoso! Não acredito que tô aqui! Cara, quanta gente! Vamos pro meião? É nóis…

Canto esquerdo, razoavelmente perto do palco, apertadinho, calor da porra, mais suportável. Tá chegando o horário!

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18h 30 – Para a música pentelha, passa algumas propagandas e Los Hermanos no palco. Gritei, gritei, gritei… A emoção foi tamanha que nem consigo dizer quais músicas tocaram. Só sei que teve as clássicas (O vencedor, O vento, Cara estranho etc.) e as inesperadas (como Cher Antoine). Gritei, cantei, gritei, cantei, tirei foto, gravei vídeos, gritei, cantei, gritei… Amei, curti demais. Amocionei-me tanto de ter os quatro juntos novamente em minha frente que em praticamente todas as fotos aparecem todos: Marcelo Camelo, Rodrigo Amarante, Bruno Medina e Rodrigo Barba. Não tirei nenhuma com os esquemas master blaster da câmera, então estão todos pequenininhos, mas nítimos em boa parte dos registros. Nossa, obrigada, meninos! Valeu mesmo! Parabéns!

Amarante tava um poço de alegria e todos emocionados por ver tanta gente cantando e balançando ao som de seus grandes sucessos e dos nem tanto assim.

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Depois, Kraftwerk. Foi legal, mas estávamos um pouco sem paciência, queriamos o Radiohead o quanto antes.

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22h – RADIOHEAD, 15 STEP… Gritos, gritos, gritos… Os meus no meio, é claro. Eu esperava um show bom, boa banda, mas foi muito mais, tudo super. E adivinha só, virei fã, fã mesmo… Os caras mandam muito bem e fiquei feliz porque consegui tirar umas fotos incríveis por estar perto do palco. Aos pouquinhos, desde o show do Los Hermanos, fomos indo para a frente e chegamos num lugar supimpa!

Foi lindo e surpreendente! Tocaram In Rainbows inteiro (eu acho!) e várias músicas que eu conhecia. Por incrível que pareça, não conheço só três. Tocaram Fake plastic trees, Creep, Idioteque, Paranoid Android Karma Police. Viu, conhecia mais que três! E curti cada uma gritando e tendo trecos. Foi uma loucura! Tirando os problemas de espaço e visão, foi perfeito! Voltem logo, por favor!

Depois para sair foi uma tortura de horas. Então bebemos, aguardamos, saimos e fomos comer. Cheguei em casa era mais de 5h da manhã. Faculdade? Pra quê? Vou é dormir! Depois trabalho e casa. Minha cama estava me esperando. O Espanhol ficou para mais tarde, só quarta-feira. Acordei para ver CQC e dormi de novo… Que sonho!

Essa semana promete!

 

OBS: Peço desculpas pelo post enorme, mas foi emocionante demais!

OBS2: Ouçam Radiohead, é uma ordem!!!

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É hoje!!!

Chegou o grande dia!

Finalmente verei Los Hermanos, a melhor banda brasileira dos últimos tempos. Exageros à parte, amo essa banda e vê-los (Marcelo Camelo, Rodrigo Amarante, Bruno Medina e Rodrigo Barba) juntos novamente será mágico.

Sobre o Kraftwerk, o único cd que baixei deles, não gostei. Mas vamos conferir ao vivo.

E Radiohead! Nem sei o que esperar. Não sou fã fã fã da banda, mas conheço algumas músicas, inclusive estava tentando me preparar durante essa semana, ouvindo algumas coisas e torcendo para cantarem aquelas que tocaram loucamente nas rádios e os clipes que passaram zilhões de vezes na MTV.

Nossa, tô quase morrendo!

Agora é esperar as caronas todas e sair correndo para o almoço especial do Bruno e depois… Ahhhhhhhhhhhhhh… I gonna die!

Aguardem! (estilo Silvio Snatos) Mais detalhes sobre o inesquecível domingo amanhã,  incrível segunda.

Beijos emocionados para todos

 

OBS: Pode esperar foto. A câmera entrará de qualquer jeito naquele lugar (nem sei se pode ou não!).

OBS2: Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh… Gritos de ansiedade…