Professor de ilusões, de Monica Martinez

Em minha pós-graduação em Jornalismo Literário, conheci Monica Martinez, professora que nos apresentou à Jornada do Heroi, que nos ajudaria e muito a escrever a história de tantas pessoas reconhecendo elementos importantíssimos à formação de cada um de nós.

A coincidência (se é que ela existe) fez com que nos encontrássemos novamente. Fui conhecer o curso de pós-graduação de meu namorado e lá estava ela, novamente a minha frente transmitindo seus conhecimentos.

Tempo depois recebi um convite para o lançamento de seu primeiro livro de ficção e lá estava eu, toda contente em receber um abraço e um exemplar autografado pela autora.

A correria do dia a dia me obrigou a ler o livro apenas nessa semana e confesso que foi uma leitura intensa. Não consegui parar de ler até ver o FIM. Acabei há uma hora e corri para o notebook para escrever uma pequena resenha.

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Livro: Professor de ilusões

Autora: Monica Martinez

Avaliação: * * * * * (cinco estrelas)

Sidney, professor da área de Comunicação Social, chegou aos seus quarenta anos e sentiu a forte necessidade de mudar, de encontrar algo que traga um brilhinho especial a sua existência. Então, decidiu tornar-se escritor.

A vida e seu cotidiano adiaram os planos de Sidney de se tornar o quanto antes um escritor e é essa experiência que acompanhamos em Professor de ilusões.

Monica retrata as dificuldades de ser professor e pesquisador em Comunicação Social e de ser um ser humano, tendo que lidar com família, esposa, filho, amigos e seus desejos. Será que o livro sai mesmo? Preciso de mais detalhes, hein!

Nos primeiros capítulos, já estava amando alguns personagens e odiando outros, me identificando com outros e desejando não ser como alguns. Como estou dentro do “fauna” apresentada pelo livro, tive a sensação de começar a me preparar para os próximos anos, sabendo o que me espera.

Sei que é muita pretensão, mas quem sabe não consigo mudar alguns pré-conceitos e ter um diferencial interessante. Se eu não pensar assim, desisto de tudo e vou voltar a ser vendedora e recepcionista (minhas primeiras profissões).

Recado para a autora: Querida Monica, parabéns, parabéns e parabéns! Amei o livro e não consegui desgrudar dele até finalizá-lo. Ele tem muitas característica de que gosto em uma história e quero mais, mais e mais! Beijo gigantesco!

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Conquistas e desafios

Mega difícil fazer um levantamento de 2012, isso porque minha memória é péssima e começo a misturar o que aconteceu em 2012 com o que aconteceu em 2011, 2010, 2000, 1986. Mesmo assim, consigo lembrar coisas muito importantes.

A melhor notícia de todas foi a cura total de meu pai. Sim, o câncer se foi para todo o sempre! Eita, homem forte! E mamãe mostrou ser a pessoa mais companheira e mais forte de todo o universo. Ela é uma heroína! Uau! Sou filha de super-heróis! Uhuuuu…

A irmãzoca agora é gastrônoma e está cozinhando maravilhosamente bem. A Concheta, minha lombriga, agradece!

O namorado agora é pós-graduado e só me enche de orgulho! S2 S2 S2 Agora é convencê-lo a fazer mestrado. Kkkkk…

A saudade apertou em 2012 e a vontade de estar perto de amigos incríveis só aumentou. No entanto, 2013 está aí e é só marcarmos uma data! Kkkkkkkk…

Meu time decepcionou e muito, mas a paixão pelo Palmeiras se mantém a mesma, desde que nasci. Avanti, Palestra!

Um ídolo se aposentou. Chorei junto com ele e percebi que, sim, sou fã de São Marcos, muito fã! Muito mesmo!!!

Famosos queridos partiram desse mundo e fiquei triste, pois, como disse Hebe Camargo, acho que a morte (para algumas pessoas) é uma peninha. O grande número de pessoas que se foram também me assustou bastante.

Entre os queridos que se foram está meu vô Pedro. Só lembranças lindas ficarão! Para cantar para ele, Magal, meu canário da terra, também resolveu nos deixar.

E a família Gomes ganhou mais um membro: Baunilha. Uma pequenina pinscher que chegou para alegrar a família toda!

Dancei mais Gangnam Style do que qualquer outra coisa!

Virei fã do Omelete e do Make1up!

Ganhei um Xbox e estou ficando mais nerd! Kkkkkkkk…

Sinto muita falta de Harry Potter! Muita!

Vi Linkin Park, pela segunda vez em minha cidade, e New Kids On The Block! S2

A carreira como jornalista reservou surpresas e, finalmente, senti-me uma pessoa feliz e livre após meses de trabalho excessivo e pressão. E a certeza de que dei meu melhor, pensando nos leitores e até me deixando de lado, só me faz sorrir. Aprendi a fazer o certo e a não fazer o errado, vi que amizade de verdade não tem tempo ruim e sobrevive a tudo. Garanto que sou uma pessoa bem melhor agora, mas que tem muito caminho para traçar, tem.

Tornei-me professora de inglês e espanhol e tive as primeiras experiências com aquilo que quero para a minha vida toda: ensinar, inspirar, incentivar, despertar. Pesado, mas vou me preparar bem para oferecer o melhor para meus futuros alunos.

Pensando nesse futuro, li mais de 800 páginas em seis dias, fiz projeto com todo carinho e provas com a maior concentração possível. Resultado: sou mestranda! Metodista, aqui vou eu!

Minha pilha de livros cresceu. Gastei horrores na Bienal do Livro e em promoções na internet. A Livraria Cultura pensa que eu trabalho lá! Kkkkkk…

Inúmeros desafios brotaram em minha frente, todos foram aceitos.

Tive várias conquistas e é por isso que estou aqui, salvando energias para 2013, que sugará o melhor de mim!

Estou pronta!

Pode vir, Ano Novo!

O nascimento de um leitor

Como nasce um leitor?

Após ler alguns textos inspiradores na internet (confira aqui, aqui e aqui), comecei a pensar como incentivar crianças, adolescentes e adultos a lerem. Difícil, não?! Tenho três casos em casa e obtive sucesso apenas em um: com minha irmã.

Assim como aconteceu comigo, aconteceu com ela. Comecei a ler de forma ininterrupta (com pausas apenas devido a grandes exigências por parte do trabalho e da pós) após ler Harry Potter e tudo o que era ligado à saga. Quando me via sem o próximo livro lançado por J. K. Rowling, corria para outras leituras que iam da literatura fantástica a livros de não-ficção, cabeçudos e teóricos.

Esse novo costume me transformou em uma devoradora de livros no primeiro ano da faculdade, o que me fez ler, praticamente, todos os livros-reportagem referência em pouco tempo. Ou seja, o interesse me fez ler em pé em ônibus e metrô lotados, andando para casa, pontos de ônibus e para a faculdade… Grandes autores me fizeram perder a estação e o ponto certos, me fizeram sentar no jardim do prédio onde moro por mais de 20 minutos para acabar um capítulo antes de entrar em casa, almoçar e jantar lendo (mesmo indo contra indicações médicas que afirmam que ler enquanto come faz mal para a vista).

Junto com a nova mania de Paula Cabral, veio a hipermetropia e o uso de óculos, o que deu um toque mais nerd ainda a essa leitora voraz de capas coloridas, palavras negras em folhas brancas e cor de pólen, autores famosos e desconhecidos. O que caia na mão era lido, assim como são todas as placas do comércio e disponíveis por aí. Talvez venha daí o cansaço mental constante. Meus olhos buscam incessantemente por sentido nas letras espalhadas pela cidade. Não para de jeito algum!

Voltando aos meus outros dois casos familiares, papai tornou-se um grande católico e leitor de tudo o que é religioso. Leituras difíceis e que exigem repetição. Já mamãe, não teve jeito. Não há Cristo que a faça ler uma obra de Machado de Assis, por exemplo. Apenas Ágape, do Padre Marcelo Rossi. E tenho como criticar? Claro que não! Toda leitura é super bem-vinda… É leituraaaaaaaaaaa… Todo e qualquer livro sobre qualquer tema pode ser o pontapé inicial fundamental para o surgimento de um novo leitor.

Dessa forma, jogando os preconceitos para debaixo do tapete, leiam e leiam… Escolham os autores preferidos, os temas mais estimulantes e mergulhem de cabeça nesse mundo maravilhoso das palavras.

É uma viagem sem volta, um vício maravilhoso.

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Obs.: Gastei mais de R$ 400 na Bienal do Livro e fiquei rindo por dias seguidos… XD

Harry Potter, uma paixão incontrolável

Sempre gostei de bruxas, magos, feitiços e mágica, jurava que eu era uma bruxinha e sempre peço para me darem parabéns no dia 31 de outubro, mas me recusava a ler Harry Potter por achar uma modinha ridícula de gente acéfala. Sabe como funciona o pré-conceito, né?! Já estava traumatizada com tanta porcaria fazendo sucesso por esse mundo insano (ou insana sou eu?!).

Até que alguém me disse para ler a saga e ver os filmes porque eu gostaria e muito. Meio contrariada, peguei os livros emprestados e comecei a leitura.

Pronto!

Viciei!

Como normalmente as pessoas fazem, comecei pelo começo e li Harry Potter e a Pedra Filosofal em um ou, no máximo, dois dias. Logo em seguida fui até a locadora e peguei o filme. Terminei de vê-lo e fui correndo para o segundo livro, o qual também acabei rapidinho. E segui o mesmo procedimento: locadora, filme, próximo livro.

Como o número de páginas ia aumentando a cada livro, eu demorava um pouco mais para finalizá-los, porém o esquema permanecia o mesmo: terminava o livro e ia correndo alugar o filme. Mas, de repente (olha o drama da garota), acabaram-se os filmes e tive que adquirir uma mania péssima (ou não): ficar ansiosa aguardando os próximos lançamentos, tanto de livro quanto de filme.

No caso, em breve sairia nos cinemas Harry Potter e o Cálice de Fogo, a que fui correndo assistir. Além disso, ainda faltava o sétimo e último livro da saga potterística, Harry Potter e as Relíquias da Morte.

Daí em diante, o vício foi piorando e à minha mãe fui assustando (uma riminha de vez em quando faz bem):

* Ganhei um álbum de figurinhas da minha tia (minha prima ganhou, mas não queria) e colecionei (ia quase todos os dias à banca de jornal);

* Comprei um botton da Hermione Granger (queria todos, mas era muito caro e selecionei apenas um, o da minha “ídola”);

* Queria e ainda quero o cachecol da Grifinória (uma das casas da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, onde estudam Harry e seus amigos – e inimigos), uma capa preta e todo o uniforme, além da varinha;

* Quando comprei o último livro pela internet, ganhei um baralho;

* Fiz um teste e confirmei que realmente faria parte da Corvinal (as quatro casas de Hogwarts são: Grifinória, Sonserina, Lufa-Lufa e Corvinal). Hahahahaha…

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Minha paixão, perto da de muitos, é pequenininha, mas sigo no Twitter alguns sites que cobrem tudo o que acontece relacionado ao Harry Potter, à J. K. Rowling e aos atores que estrelaram os filmes. Também recebo newsletters de um blog espanhol (Blog Hogwarts) e faço parte de um fórum (Oclumência). Ah, e sempre confiro as novas notícias no Potterish.

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Um amigo foi para Londres e de lá me trouxe um presente. Alguns meses antes de voltar, disse que havia comprado algo que tinha a minha cara, mas eu não fazia ideia do que era. Como sou curiosa e ele também não resistiu guardar segredo, contou-me ser um vira-tempo, objeto que Hermione Granger usa na história do terceiro livro, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, para conseguir estar em mais de um lugar ao mesmo tempo.

Para que ele foi me contar isso? Espalhei a belíssima e fantástica notícia para todo mundo, muitos nem sabiam o que era e eu mandava foto e ficava gritando e era um horror de criança feliz serelepe e saltitante.

Hoje, dia 27 de setembro de 2010, ganhei meu presentinho maravilhoso. E estava aqui, agora, sozinha, sorrindo para ele feito boba.

Meu namorado disse: “Cuidado com ele, hein, amor! Não vai ficar andando com ele pra cima e pra baixo!”

E eu: “Ele não vai sair de casa depois que chegar lá!”

Pensando bem, só se eu for a uma pré-estreia. Porém, também não sei se sou tão fanática assim. Para não tirar o prazer dos mínimos detalhes do último filme que chegou aos cinemas – Harry Potter e o Enigma do Príncipe –, resolvi deixar passar algumas semanas para não correr o risco de ter que aguentar adolescentes irritantes e crianças pentelhas e, no final das contas, o filme saiu das telonas e eu perdi. =/

Tudo bem! Assaltei minha prima de oito anos e estou com os seis dvds em casa há mais de dois meses. Já revi todos, mas preciso ver mais uma vez cada um. Uma vez no mínimo, é claro! Adooooooro!

Novembro está chegando e mal posso esperar para ver a primeira parte de Relíquias da Morte. Os trailers são maravilhosos e já me fizeram gritar e arrepiar e criar lágrimas nos olhos toda vez que os vejo. Minha irmã quase me matou quando o primeiro trailer foi divulgado no Movie Awards da MTV. Eu ficava gritando: “Ow, my God! Ow, my God!” Haja saco, né?!

Enfim, vou colocá-los aqui para que alguém possa se interessar e virar fã como eu! XD

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Bom, essa é minha pequena história com o Harry Potter. Ninguém agüenta mais me ouvir falar sobre ele, ver-me relendo os livros, revendo os filmes, colocando HP nas minhas fotos do Facebook e Twitter, mas tudo bem. Na adolescência a gente fica assim mesmo! Rá! XD

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OBS: Eu amo Harry Potter!

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OBS2: Max, querido, seja bem-vindo de volta ao país da bunda e da corrupção e muitíssimo obrigada pelo presente maravilhoso que você trouxe para mim. Te adoro, chuchu! XD     =*

Eu quero um Edward, e daí?

Sim, me rendi a mais um best-seller e, quer saber?! Não me arrependo!

No início, evitei ficar muito por dentro do que era Crepúsculo, mas, como logo me lembrei do que aconteceu com Harry Potter – demorei muito tempo para começar a ler e depois me apaixonei, devorando quase todos os livros em mais ou menos 2, 3 meses -, resolvi ler logo. Até porque fiquei besta com o efeito dessa saga em minha irmã, que sempre odiou ler e engoliu os quatro livros num tempo record e já engatou em outras leituras semelhantes. Fui conferir o material e me dei mal! Mais um vício…

Comecei a ler Crepúsculo em janeiro e segunda-feira comecei o Amanhecer. Para quem não sabe, a ordem certa é Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer. A autora se chama Stephenie Meyer, ama Muse e costuma agradecer às bandas que serviram como “trilha sonora” do período de escrita de cada livro. Os fãs incondicionais estão loucos aguardando o terceiro filme, Eclipse, que promete ser bem mais “animado” que os anteriores, já que é o terceiro livro que traz uma quantidade imensa de lutas entre vampiros e vampiros, vampiros e lobisomens, humanos e… Não, humanos são meros humanos e não fazem bosta nenhuma! Rá!

Os personagens principais são Bella Swan (Kristen Stewart) – a humana tchuqui tchuqui -, Edward Cullen (Robert Pattinson) – o vampiro lindo, delicado, charmoso, perfeito, que deixa qualquer homem no chinelo, também conhecido como Cedrico, o vampiro que morre no Harry Potter e o Cálice de Fogo – e Jacob Black (Taylor Lautner) – o lobo mais ajeitado das florestas.

Bom, e o que interessa? Bem (bom, bem, bom, bem…), eu estou curtindo a leitura e quis compartilhar. E é por culpa desse sucesso que conheci e me apaixonei pelo Muse, que faz parte da trilha sonora dos filmes. Thanks, Twilight!

Recado aos amigos mais anti-Crepúsculo:

Queridos e queridas,

Continuo lendo coisas mais “cabeças” como Milton Hatoum, Erico Veríssimo, Gabriel García Márquez, Chico Buarque etc.

Sou um ser misto! (Não, não leio Paulo Coelho! Também não precisa exagerar!)

Não posso negar que tem coisa muito mal contata nessa história, que algumas partes eu leio e só descubro o que está acontecendo realmente umas três páginas depois, que nada é tão perfeito assim e que Harry Potter é minha paixão best- seller mor. Porém, vale a pena! Ela consegue te transportar para outra “realidade” e é disso que eu gosto.

Ah, o primeiro filme eu vi e não curti muito! Todo mundo ficou meio sem sentimentos. Parecia um monte de bonecos… Direção e fotografia não muito acertadas (palavrinha feia). O segundo eu ainda não tive a oportunidade de apreciar, mas darei um jeito.

Fica aqui a dica e trailer do filme que sairá em breve.

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OBS: Eu não poderia deixar isso passar em branco… O Edward me fascina! =D

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OBS2: A culpa é do Muse, Muse, Muse… Amo!

Meu sobrenome é trabalho…

…e isso é um exagero!

Só sai tarde do trabalho, para variar um pouco. Meus horários estão muy locos por causa do espanhol de segunda e quarta e das super entrevistas e outros trabalhos da faculdade todos os dias de minha vidinha que não é mais pacata há muito tempo. Porém prometi para mim mesma que pararia de reclamar e seria mais feliz, sem peso na consciência.

Finalmente tomei coragem e entreguei o Zine Qua Non para dois professores meus. O que adianta ter um projeto desses e não divulgar, não é!? Por mais bobinho que ele seja (não que eu o ache bobinho), já é uma tentativa de fazer algo diferente (ou não) nesse mundo doido. Aguardo retorno!

Um dos professores disse que há um programa que você baixa e ele coloca sons de máquina de escrever no teclado. E você ainda escolhe o tipo da máquina! Não é incrível? Deve ser irritante depois de um tempo, mas é incrível, vai?! Diz que sim!

Depois fui com a Eli comprar celular na Santa Efigênia! Fizemos “uns esquema loco lá, mano” e sei que uma parte do JUCA tá pago! Hehehe!!! É isso mesmo, vou para o JUCA pirar com a tchurminha do barulho! Nem quero ver! Será que alguém equilibrado poderia ir também para me fazer companhia? Porque minha meta não é beber, cair, levantar, mas sim beber com moderação (como todas as propagandas de cerveja nos ensinam, não é, caro leitor?), voltar para a barraca, colocar meu pijaminha, tomar banho, dormir gostoso e pronto. Sempre me divertinho loucamente, é claro! Sem exageros. Alguns deles me fazem mal.

Para passar o tempo, ela, Eli, fez o passeio monitorado pela Sala São Paulo, não é fofo! Que orgulho! E eu só sai de lá às 21h! Aeeeeeeeee…

Meus livrinhos chegaram! Iurru… Agora tenho que ler ligeirinho A invenção do restaurante e outro que peguei na biblioteca, Fisiologia do gosto. Morri! Eu nem escrevo que vou pirar, porque isso já aconteceu há alguns anos, afinal de contas, mantenho esse blog insano.

O segredo de Joe Gould também chegou. Viva Joseph Mitchell, viva o New Journalism, viva… viva… a leitura de boa qualidade! Aeeee… Viva o tempo que tenho para ler no metrô e no ônibus! (Isso prova que as viagens feitas por meio do transporte público paulistano ocorrem em intervalos de tempo enormes!)

 

OBS: Desliga o computador, a tv, o mp3, tudo, e vá ler um livro.