Produtividade, qualidade e ética

Aos 18 anos, fui apresentada a um mundo completamente diferente daquele em que eu costumava viver. Consegui um emprego e vi como as coisas funcionam dentro de uma empresa.

Amizades surgem, assim como “inimigos não declarados”. Logo descobrimos quem trabalha e quem está lá com outros objetivos. Vimos quem faz de tudo para as coisas darem certo e quem só está lá. Conhecemos quem quer aprender mais com os outros e quem só está lá.

Muitos assumem inúmeras funções, que normalmente não deveriam ser todas deles. Muitas funções assumidas são de superiores, que acabam transferindo afazeres seus para seus funcionários para ter mais tempo para apenas estar na empresa e receber o salário no final do mês ou no quinto dia útil, né?!

Infelizmente, quem trabalha muito e trabalha feliz acaba sendo visto com maus olhos por aqueles que não querem trabalhar direito e gostariam que todos fossem como eles para que a moleza deles ficasse disfarçada.

Devemos exaltar aqueles que trabalham de verdade e agradecer muito por todas as ações. A meritocracia deve existir. Aqueles que se esforçam devem ser reconhecidos. Só assim os que nos puxam para baixo por não terem a mesma vontade de fazer as coisas direito serão reconhecidos.

Justiça também se faz assim!

Confesso que não sou todos os dias a pessoa mais produtiva, mas sempre busco oferecer o melhor que posso e estudar para melhorar e não ficar estagnada. Assim corremos atrás da qualidade para nos satisfazermos e oferecer algo bom para o próximo. E a ética é trabalhada diariamente, em cada passo, em todas as ações. TODAS! De falar bom dia a agradecer por um favor, de elogiar o café a arrumar a mesa de trabalho coletivo.

E assim caminho… Com crises constantes, porém para frente.