One OK Rock: Uma baita banda boa pra caramba

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Um belo dia decidi caçar bandas japonesas boas. Ouvi algumas e tudo bem. Deixei para buscar mais bandas depois. Então, um outro dia, meu namorado me manda um clipe de uma banda chamada One OK Rock. Tranquilamente coloquei o fone e parei para ver o clipe com atenção. O nome da música é Deeper Deeper.

O clipe começa com um tom sombrio, bolotas pretas estranhas e, após algumas palmas, um grito e guitarra e bateria e baixo, tudo bem pesado. Ou seja, já me conquistou. Vi até o final com aquela cara de admiração, com os olhinhos brilhando de alegria. Quatro rapazes, mega estilosos, com presença. Curti e compartilhei, é claro.

Na empolgação, busquei e encontrei todos os CDs que tinham lançado até então, ouvi tudo, coloquei no celular e, de vez em quando, curtia as músicas com todos os elementos que me atraem em uma banda. Não basta só ser japonesa, né?! Tem que ser boazuda!

Em outro belo dia, o namorado que me viciou em One OK Rock, manda para mim um link. Quando abro o link, uma notícia mais que linda: One OK Rock no Brasil. Não pensamos duas vezes! Entramos no site para comprar os ingressos e garantimos nosso passaporte para uma experiência que mal sabíamos que seria tão maravilhosa.

Lá fui eu atrás de novidades! Baixei o CD mais recente e vi vários vídeos. Cada dia mais perto do show, mais ansiedade, frio na barriga e palpitação. E sim, finalmente, chegou o grande dia: 2 de novembro de 2014.

Ao nos aproximarmos do Cine Joia, vimos a fila bem grande, com a galera com cabelo colorido, bandeiras, camisetas e bottons da banda. Mais empolgação e pulinhos de alegria. A fila começou a andar e chegamos ao Cine Joia. Lugar pequeno, aconchegante e lindo. E a adrenalina chegou ao seu ápice.

Comecei a contagem regressiva. Faltando dois minutos em meu relógio, a luz diminui e som abaixa. Sim, pontualmente às 20h, Taka, Toru, Tomoya e Ryota sobem ao palco e começam o show com qual música? Deeper Deeper!!! Gritei, pulei, gritei, pulei, gritei e pulei, sorri para o namorado, gritei, pulei, gritei e pulei, pulei e gritei e assim foi até o último acorde.

Taka é impecável. Não erra uma nota e tem a voz forte e doce ao mesmo tempo. A presença de palco e a entrega de Ryota e Toru são envolventes demais e te colocam em um frenesi intenso. A bateria de Tomoya envolve completamente e o corpo vai junto.

O show foi perfeito, magnífico, incrível, maravilhoso e emocionante. Tivemos até direito a pedido de casamento e garota só de sutiã no palco. Os sorrisos dos caras eram ótimos. Os fãs super educados também fizeram a diferença. Muito obrigada a todos pela grande experiência!

Os pulos mais altos, eu pulei. Os gritos mais altos, eu gritei. Os trechos mais marcantes, eu cantei. Chorar não chorei, porque sorriso gigantesco que eu carregava no rosto esmagava os olhos e não deixava as lágrimas que encheram os olhos caírem. Demorei uns 30 minutos para ficar em um estado perto do normal, mas só dormi cinco horas ou mais depois do término do show.

Chegando em casa, começamos a compartilhar fotos, vídeo, ver o que tinham postado nas redes sociais e toda essa movimentação me aproximou de alguns fãs do Brasil e do Japão! Loucura, não?! Adoro!

Aqui está meu humilde videozinho que, em apenas um dia, ficou com cerca de 400 visualizações (e agora, com quatro dias disponível, passa de mil visualizações).

Na metade do show já sabíamos que estávamos marcados para sempre e que o show da banda e a banda já estavam entre os melhores de nossas vidas. Agora somos mais fãs e queremos camisetas, CDs, DVDs, mais shows, bandeiras, bottons, colar, moletom, fotos, notícias, sinais de fumaça, tudo e qualquer coisa referente à banda.

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Arigatou gozaimasu, One OK Rock! E voltem logo ao Brasil, por favor!

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Ôôôôô, Palestrina eu sôôôôô!!!!!

Pronto… Ingressos comprados! Cíntia, Flávio e eu vamos ao jogo do Palmeiras no Palestra Itália (Setor Visa, para começar a história e vida em estádios). Será o primeiro jogo meu e da Cí. O Flávio é são-paulino e vai nos acompanhar. Sabe como é? Os estádios são perigosos hoje em dia!

Mas não foi fácil comprar os ingressos. Na verdade foi bem fácil, porém estavamos tentando fazer outras coisas.

Primeiro fui até uma loja da TIM na Paulista e tentei comprar, mas lá só tinha arquibancada e queríamos Cadeira Descoberta. Então fui para a Barra Funda de ônibus e andando até o Palestra. Chegando lá, no que fui comprar, a moça disse que eu não poderia comprar para os meus amigos, só para pai, mãe irmã etc. Liguei para a Cí e ela disse que veria com o Flávio para ver se ele poderia comprar para o Setor Visa pela internet. Dois minutos depois ela ligou avisando que ele não podia falar. Então, acendeu-se a luz da lâmpada maravilhosa em minha cabeça: Putz, eu tenho Visa! Avisei a Cí e fui o mais rápido possível para a Osesp.

Chegando lá, liguei o computador e rapidamente fiz meu cadastro, escolhi as cadeiras e pronto: três lugares lindos no Palestra!!! Dessa vez não tem problema gastar um pouco mais para ter “conforto” e “tranquilidade”.

Tô que não me aguento de felicidade…

Me senti em casa vendo aquela fila enorme de palestrinos na bilheteria do estádio. Mas pensei comigo mesma: “São 11 horas da manhã e esse pessoal está aqui comprando ingresso?! Ninguém tem mais o que fazer não?”

E falando em Palestra, ontem vi o jogo pela Globo, ouvi pela CBN (locução do Deva Pascovicci) e fui comentando pela internet no chat da CBN e no Twitter. Acabou que durante o jogo o Deva falou três vezes meu nome (paula.palestrina) e no final falou tudo o que eu tinha escrito, ou seja, que foi a primeira vez que tinha participado do chat, que tinha gostdo bastante, voltaria sempre e que sábado estaria no Palestra. E ele agradeceu também!!! Fiquei super eufórica, parecendo criança em dia de festa no playground.

Além disso, para começar o dia, estabeleci quatro metas a serem cumpridas durante o dia. Primeira: passar na PUC e pegar meu comprovante de matrícula. Segunda: ir para a Osesp e trabalhar até ficar louca. Terceira: ir no Via Funchal comprar meu ingresso para o show do Beirut (comprei, ahhhhhhhhhhhhhhh…). Quarta e última: ir para casa sã e salva morrendo de fome e cansaço.

De brinde ganhei uma palestra com o doutor Drauzio Varella sobre qualidade de vida e gripe suína. Sim, todos nós morreremos! Brincadeirinha!!!

Nossa, cansei só de lembrar tudo isso!!!

OBS: Tô só o pó, mas bem, bem contente…

Sabadão lindaço…

… e nem o vi passar porque estava trancada em casa!

Isso precisa ter um fim! Sinto-me um vampiro no final de semana, fico infurnada em casa e, quando saio, se saio, é a noite! (Ai, que meda! Escrevi meda mesmo, não errei não. A intensão sempre foi escrever meda e não merda sem o “r”.)

Em breve entrarei no banho para ficar apresentável à sociedade. Sabe como é?! A galera já tem que aguentar um zumbi durante a semana inteira, no fds merece algo mais bonitinho e que não faz doer tanto a vista. Hahahaha!!! Sabe a que horas sai do trabalho ontem? 21h! É, o bicho tá pegando e não tô dando conta não! Alguém quer ser meu/minha secretário(a)? Não pagarei nada, porém a pessoa escolhi ganhará um prêmio: minha presença 24 horas. Não é incrível!? Eu sou um amorzinho, um docinho de coco, eu garanto. (Putz, como eu sou mentirosa!)

Às 21h tem show da Exploding Star Orchestra no Sesc Vila Mariana. Sinceramente achei o nome estranho, mas como é com uma galera de Chicago, com o Mazurek, o Takara e o Granado (esses dois últimos do Hurtmold), resolvi ir. Senti que será imperdível! Depois postarei fotos aqui, é claro!

Alguém quer leite condensado com Toddy? Sucrilhos com iogurte/iorgute/iorgurte? Chocolate? Não? Que horror! E já comi tudo isso hoje, além do macarrão com alho e óleo. O bafão tá incrível!

Cara, como estou denegrindo minha imagem essa semana! Já fui mais bonita, mais delicada e menos baforenta, eu juro! Hahahahaha…

 

OBS: Follow me on the Twitter: @zinequanonpaula

OBS2: Ahhhhhhhhhhhhhhhh… Adooooooooooooooro!

OBS3: Ouça Nação Zumbi, Academia da Berlinda e Fino Coletivo! Vale a pena!