Harry Potter, uma paixão incontrolável

Sempre gostei de bruxas, magos, feitiços e mágica, jurava que eu era uma bruxinha e sempre peço para me darem parabéns no dia 31 de outubro, mas me recusava a ler Harry Potter por achar uma modinha ridícula de gente acéfala. Sabe como funciona o pré-conceito, né?! Já estava traumatizada com tanta porcaria fazendo sucesso por esse mundo insano (ou insana sou eu?!).

Até que alguém me disse para ler a saga e ver os filmes porque eu gostaria e muito. Meio contrariada, peguei os livros emprestados e comecei a leitura.

Pronto!

Viciei!

Como normalmente as pessoas fazem, comecei pelo começo e li Harry Potter e a Pedra Filosofal em um ou, no máximo, dois dias. Logo em seguida fui até a locadora e peguei o filme. Terminei de vê-lo e fui correndo para o segundo livro, o qual também acabei rapidinho. E segui o mesmo procedimento: locadora, filme, próximo livro.

Como o número de páginas ia aumentando a cada livro, eu demorava um pouco mais para finalizá-los, porém o esquema permanecia o mesmo: terminava o livro e ia correndo alugar o filme. Mas, de repente (olha o drama da garota), acabaram-se os filmes e tive que adquirir uma mania péssima (ou não): ficar ansiosa aguardando os próximos lançamentos, tanto de livro quanto de filme.

No caso, em breve sairia nos cinemas Harry Potter e o Cálice de Fogo, a que fui correndo assistir. Além disso, ainda faltava o sétimo e último livro da saga potterística, Harry Potter e as Relíquias da Morte.

Daí em diante, o vício foi piorando e à minha mãe fui assustando (uma riminha de vez em quando faz bem):

* Ganhei um álbum de figurinhas da minha tia (minha prima ganhou, mas não queria) e colecionei (ia quase todos os dias à banca de jornal);

* Comprei um botton da Hermione Granger (queria todos, mas era muito caro e selecionei apenas um, o da minha “ídola”);

* Queria e ainda quero o cachecol da Grifinória (uma das casas da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, onde estudam Harry e seus amigos – e inimigos), uma capa preta e todo o uniforme, além da varinha;

* Quando comprei o último livro pela internet, ganhei um baralho;

* Fiz um teste e confirmei que realmente faria parte da Corvinal (as quatro casas de Hogwarts são: Grifinória, Sonserina, Lufa-Lufa e Corvinal). Hahahahaha…

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Minha paixão, perto da de muitos, é pequenininha, mas sigo no Twitter alguns sites que cobrem tudo o que acontece relacionado ao Harry Potter, à J. K. Rowling e aos atores que estrelaram os filmes. Também recebo newsletters de um blog espanhol (Blog Hogwarts) e faço parte de um fórum (Oclumência). Ah, e sempre confiro as novas notícias no Potterish.

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Um amigo foi para Londres e de lá me trouxe um presente. Alguns meses antes de voltar, disse que havia comprado algo que tinha a minha cara, mas eu não fazia ideia do que era. Como sou curiosa e ele também não resistiu guardar segredo, contou-me ser um vira-tempo, objeto que Hermione Granger usa na história do terceiro livro, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, para conseguir estar em mais de um lugar ao mesmo tempo.

Para que ele foi me contar isso? Espalhei a belíssima e fantástica notícia para todo mundo, muitos nem sabiam o que era e eu mandava foto e ficava gritando e era um horror de criança feliz serelepe e saltitante.

Hoje, dia 27 de setembro de 2010, ganhei meu presentinho maravilhoso. E estava aqui, agora, sozinha, sorrindo para ele feito boba.

Meu namorado disse: “Cuidado com ele, hein, amor! Não vai ficar andando com ele pra cima e pra baixo!”

E eu: “Ele não vai sair de casa depois que chegar lá!”

Pensando bem, só se eu for a uma pré-estreia. Porém, também não sei se sou tão fanática assim. Para não tirar o prazer dos mínimos detalhes do último filme que chegou aos cinemas – Harry Potter e o Enigma do Príncipe –, resolvi deixar passar algumas semanas para não correr o risco de ter que aguentar adolescentes irritantes e crianças pentelhas e, no final das contas, o filme saiu das telonas e eu perdi. =/

Tudo bem! Assaltei minha prima de oito anos e estou com os seis dvds em casa há mais de dois meses. Já revi todos, mas preciso ver mais uma vez cada um. Uma vez no mínimo, é claro! Adooooooro!

Novembro está chegando e mal posso esperar para ver a primeira parte de Relíquias da Morte. Os trailers são maravilhosos e já me fizeram gritar e arrepiar e criar lágrimas nos olhos toda vez que os vejo. Minha irmã quase me matou quando o primeiro trailer foi divulgado no Movie Awards da MTV. Eu ficava gritando: “Ow, my God! Ow, my God!” Haja saco, né?!

Enfim, vou colocá-los aqui para que alguém possa se interessar e virar fã como eu! 😄

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Bom, essa é minha pequena história com o Harry Potter. Ninguém agüenta mais me ouvir falar sobre ele, ver-me relendo os livros, revendo os filmes, colocando HP nas minhas fotos do Facebook e Twitter, mas tudo bem. Na adolescência a gente fica assim mesmo! Rá! 😄

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OBS: Eu amo Harry Potter!

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OBS2: Max, querido, seja bem-vindo de volta ao país da bunda e da corrupção e muitíssimo obrigada pelo presente maravilhoso que você trouxe para mim. Te adoro, chuchu! 😄     =*

É muito prazer!

Finalmente, cinema!

Durante meses o TCC me privou de saborear a arte que mais me encanta (ou não) e, com o passar dos dias, vi filmes incríveis entrarem e saírem de cartaz. O desespero apertou, até a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo passou, mas sabia que meu dia havia de chegar.

Quando pensei que iria com uma amiga ao cinema, ela simplesmente não entendeu que eu tinha topado (isso porque somos “comunicadoras”, ou pelo menos deveríamos ser) e foi sozinha.

Tempo depois fiz o mesmo. Anunciei que assistiria Abrazos Rotos, de Almodóvar, no Espaço Unibanco da Augusta e quem quisesse que viesse comigo. Não sou de implorar por companhia, muito menos para ir ao cinema.

Cheguei cedo, li, comi, relaxei e entrei na sala.

Ah, que saudades! E quanta gente, merda! Mas assim vai!

“Agora” escrevo esse texto enquanto as pessoas chegam, acomodam-se, conversam e um casal ao meu lado briga. É, shit happens!

Começaram os traillers e a luz se apagará por completo e não verei mais a tinta verde sobre o papel branquinho.

Depois conto como foi!

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OBS: O chocolate quente pequeno (ou seja, o insosso chocolate morno minúsculo cheio de espuma) e os pães de queijo (ou seja, bolotas com casca dura e ocas sem sabor) do café são horríveis. Cinco reais jogados fora.

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Bom, o filme começou, mas estava sem som. De forma animalesca, a plateia lotada fez o favor de gritar e urrar informando o problema aos funcionários. Eu tinha achado estranho, pois o personagem, até onde eu sei, tinha ficado cego e não surdo.

Tudo voltou ao normal e, depois de muitas macaquices dos espectadores, recomeçou o filme.

Penélope sempre linda!

Teve gente conversando alto no celular, muita pipoca e garrafas pelo chão, xingamentos como “babuíno” para pessoas incomodas e, por mais incrível que pareça, ninguém ficou falando alto nem fazendo a locução do filme perto de mim e, muito menos, chutando a minha cadeira. Ufa! No mínimo isso! (Milagres acontecem!)

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Sobre la película de Almodóvar

Para começar, gostei bastante da história, da atuação e, principalmente, das imagens e câmeras de Almodóvar, como sempre, perfeitas. Mas isso não quer dizer que o filme seja tão maravilhoso assim. Ele tem outros muito melhores, porém vale a pena ir até à sala de cinema mais próxima e gastar um dinheirinho.

Mateo (Lluís Homar) e Lena (Penélope Cruz) vivem uma história intensa (cujo final, assim como o começo e o meio não contarei). História essa que mudará e marcará a vida de várias pessoas ligadas a eles, mais a Mateo, diretor de cinema que, após um acidente, fica cego e passa a assinar seus roteiros como Harry Caine.

Confesso que me perdi um pouco no vai e vem da história, porém ficou tudo bem depois de dar algumas risadas e achar algumas cenas extremamente sensíveis. (Depois minha amiga Luana disse que nesse filme passam cenas semelhantes a de outro filme do diretor, mas eu esqueci o nome agora.)

Nunca gosto de contar muito as histórias dos filmes que vejo porque, para mim, descobrir sozinha cada detalhe é o mais divertido e acredito ser assim para outras pessoas também.

Dá vontade de ver Chicas y maletas inteirinho na sequência de Abrazos Rotos!

Almodóvar é o cara! =D

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OBS: Crítica pequenina sobre um filme… Sei que não está muito bom, mas é a falta de prática. Hahaha…

OBS2: O filme é Mulheres a Beira de um Ataque de Nervos. Obrigada @fokinha…

Por isso que o cinema não vai para frente

Hoje recebi a indicação dessa leitura em meu Google Reader. Valeu, Magnnus!

Abaixo reproduzo o artigo e coloco em negrito as partes mais emocionantes!

 

26/07/200911h30

“Brasil interfere demais no cinema”, diz presidente da rede Cinemark

ANA PAULA SOUSA
da Folha de S.Paulo

Sob os 40 ºC do verão de Dallas, no Estado do Texas (EUA), o engenheiro químico Valmir Fernandes, 48, decide o tratamento que “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” receberá em mais de 4.846 salas espalhadas por 13 países. Ele decide também quanto você pagará pelo ingresso na maior rede de cinemas do Brasil.

Responsável pela implantação do Cinemark no país, em 1997, Fernandes é, desde o final de 2006, o presidente internacional da rede conhecida pelos enormes sacos de pipoca e pela predominância de blockbusters em suas telas instaladas em shoppings centers.

Apesar da fala cautelosa, comum aos executivos encarregados de cuidar, a um só tempo, do cofre e da imagem das empresas, Fernandes expõe detalhes de um negócio que nada tem a ver com a sua formação. Antes de assumir o Cinemark, Fernandes trabalhou na indústria química e participou do processo da privatização dos polos petroquímicos do país. Não entendia de cinema. Mas entendia de gestão.

Sua principal missão, ao assumir o novo posto, era dar novas feições às salas de exibição. A rede norte-americana iniciou a ocupação da América Latina por Chile, México e Argentina. Só então veio ao Brasil. “Entramos num momento propício. O mercado brasileiro vinha do pior ano da sua história”, diz o executivo. Num ambiente frágil, o Cinemark impôs novas regras para o jogo e, rapidamente, o caso brasileiro tornou-se o mais bem-sucedido da empresa no mundo.

Cabe lembrar que remonta à chegada do complexo no Brasil o fim das salas de rua e a expansão do conceito de multiplex. O modelo, voltado aos shoppings, concorreu para o fim do circuito destinado às classes C e D e para certa uniformidade na programação _com um pequeno número de blockbusters ocupando boa parte do circuito. “A melhoria do padrão de salas forçou outras empresas a mudarem sua atuação”, diz Fernandes. “Somos uma empresa de capital aberto e temos a obrigação de ser claros sobre a nossa atividade. Exibo filmes comerciais, e não filmes de arte. É essa nossa natureza. Os filmes brasileiros de entretenimento, como ‘Se Eu Fosse Você 2’, estão em nossas salas.”

A política e o mercado

No início desta década, quando a política cinematográfica brasileira pegou fogo e criou-se um novo marco legal para o setor, Fernandes esteve no centro de embates duros. O principal deles dizia respeito à cota de tela, que obriga os cinemas a exibir filmes nacionais por certo número de dias no ano. “O Brasil, de todos os países nos quais atuamos, é o que tem as mais intensas discussões sobre a política do cinema e o maior nível de interferência no nosso negócio”, argumenta.

Além de países da América Latina, a rede de cinemas está em Taiwan. “Em nenhum outro país existem tantas regras. Nenhum tem uma lei que defina a meia-entrada. Há preços especiais para estudantes, mas as definições cabem ao mercado, não ao Estado.”

Chega-se assim a um tema inevitável: o preço dos ingressos. “O preço é artificialmente elevado em decorrência da lei da meia-entrada”, repete, feito mantra. “Por que minha filha, que vai para a Disney todo ano, paga meia, e minha empregada paga inteira? O ingresso não vai baixar enquanto não for regulada a lei da meia-entrada.”

Fernandes explica, em tese, que, para ter um preço médio de R$ 15, deve cobrar, no Brasil, R$ 20 pela inteira. Insiste que, se não houvesse carteirinha de estudante, poderia cobrar R$ 12. Será? “Claro. Se o ingresso fosse mais barato, mais gente iria ao cinema e, ao invés do preço médio de R$ 15, eu poderia trabalhar com um valor de R$ 12. No Brasil, não podemos abrir salas em municípios com menos de 100 mil habitantes, porque, simplesmente, o negócio não se paga.”

No decorrer da conversa, por telefone, de Dallas, Fernandes fez outras contas na ponta do lápis. Uma delas responde à seguinte pergunta: como se define o preço do ingresso? De acordo com ele, a instalação de um multiplex de dez salas custa cerca de R$ 12 milhões. Esse dinheiro precisa voltar para os investidores em um prazo de cinco a sete anos.

“Eu decido o preço do ingresso, da pipoca e do refrigerante a partir disso. Tenho custos fixos altos e preciso de uma margem para mostrar ao investidor que ele vai recuperar o seu dinheiro. A margem de lucro é muito pequena. O filme roda mesmo com um só espectador na sala. Também acho que o ingresso tem de baixar, mas a conta não é simples.”

O presidente do Cinemark admite que, do Brasil a Taiwan, as reclamações sobre os preços são idênticas. E não só do ingresso. “Também falam que a pipoca é cara. Mas pipoca come quem quer.”

Link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u600200.shtml

 

Acho que não preciso nem comentar os trechos escolhidos. Eles falam por si e pelo senhor Fernandes.

 

 

OBS: Odeio muito tudo isso!

Jean Charles

Mais uma vez, ontem foi dia de cinema (yes!) com direito a panqueca depois. Delicioso! Digamos que foi uma segunda-feira perfeita!

O filme escolhido foi Jean Charles, que traz como ator principal Selton Mello, o onipresente. Se não me engano ele está em cartaz nos cinemas com dois filmes, Jean e A Mulher Invisível. Doidera, Selton!

Jean Charles conta a história do brasileiro assassinado numa estação de metrô de Londres em 2005 por ter sido confundido com um terrorista. Ainda nenhum dos policiais envolvidos no caso foi condenado ou punido ou qualquer coisa semelhante.

Selton se destaca, é claro, assim como o ator Luís Miranda, que interpreta Alex. Mas sinceramente, não era muito difícil se destacar nesse filme, um tanto quanto morno. Não sei se por causa da história em si ou devido à forma escolhida para ser contada. Nãodá para considerá-lo como grande obra, assim como também não podemos tirar seus méritos. Há belas imagens de Londres espalhadas pelo filme.

O final da história, se assim posso dizer, passa rápido até demais. Ele morre, contam para a família, o pessoal volta para o Brasil, ingleses trazem dinheiro para ajudar com os gastos do velório e ponto. A sensação é a de que ficou faltando algo.

Pequena ficha técnica:

Direção: Henrique Goldman.
Roteiro: Henrique Goldman e Marcelo Starobinas.
Elenco: Selton Mello, Vanessa Giácomo, Luis Miranda, Patricia Armani, Daniel de Oliveira.

 

OBS: O jantar foi melhor que o filme. Jante um dia no Que Pankeka, Pizza & Cia. www.quepankeka.com.br (Vou cobrar pela propaganda, hein!? =D)

Paris

Sexta a noite pediu cinema e o filme escolhido depois de muita pesquisa (não é, Shazan?) foi Paris.

Mais uma vez, acertamos a escolha e foi uma prazer ficar mais de uma hora ouvindo aqueles atores falando em francês. Ô, língua maravilhosa!

Paris traz várias histórias que se interligam por meio de seus vários personagens, que podem muito bem nos encantar como nos confundir, ou até nos fazer ficar com raiva, porém, as belas imagens da cidade luz se destacam em meio a tantas cenas.

Cada personagem possui sua história, que pode muito bem depender da história do outro personagem para se modificar e assim vai, formando uma cadeia interessante e envolvente. E para variar, o final fica em aberto! Oba!

Pequena ficha técnica:

Diretor: Cédric Klapisch

Com: Juliette Binoche, Romain Duris, Fabrice Luchini, Albert Dupontel etc.

E vimos no HSBC Belas Artes. Boas salas, banheiros limpos e preços, digamos, normais.

Não deixe de ir ao cinema! É uma das coisas mais lindas do mundo!

 

OBS: Sim, estou colocando a lista em dia! Se pudesse, moraria no cinema fácil, fácil!

A Partida

Ontem foi dia de cineminha! Yes! E nada de ir sozinha, mas sim, bem acompanhada! Acho que desaprendi a ir sozinha! Hehehe…

Thanks, Shazan!

A Partida (Okuribito, nome original em japonês – vencedor do Oscar de 2009 como Melhor Filme Estrangeiro – dirigido por Yôjirô Takita) conta a história de um músico, violoncelista, que se vê numa situação que o faz retornar a sua cidade natal com sua esposa. Lá arranja um emprego que traz alguns problemas para ele, já que a profissão não é bem aceita pelas pessoas, pois lidar com mortos não possui tantos prestígios e não é tão “normalmente” visto assim como em nossa sociedade.

Sempre quando tento contar a história de um filme para atiçá-lo, caro leitor, me vejo numa situação um tanto quanto ruim, pois ao mesmo tempo que quero contar os detalhes e discuti-los com você, não quero estragar sua futura experiência com o filme e, ao mesmo tempo, convencê-lo a correr para o cinema.

Então, fico por aqui!

 

OBS: O que é que o cinema tem? Adoro!

.apenas o fim.

Sim, finalmente consegui fazer umas das coisas que mais amo nessa vida: ir ao cinema. E detalhe importante: não fui sozinha, mas sim muito bem acompanhada, não é?!

Filme do dia: .apenas o fim. (como escreveram!).

O enredo é aparentemente simples. Conta a história de um casal de jovens, ambos estudantes de cinema da PUC-RJ (bela locação – pena que a PUC-SP não é tão bonita e cheia de verde), que, por decisão da moça, se separa. Porém, isso não se dá de forma tão básica assim. Durante uma hora eles conversam sobre o relacionamento e o que gira em torno dele, como amigos, família…

Durante a conversa, citam várias referências de uma geração, no caso, a minha – sou de 1986. Então tem Cavaleiros do Zodíaco, Britney Spears, Boy Bands (os BackStreet Boys estão no meio), Geloucos (da Coca-cola, lembra?), videogames etc.

Dá para sorrir, gargalhar, se emocionar.

Uma dica: preste atenção nos amigos “normais” do rapaz que aparecem (são hilários) e não saia do cinema antes de todas as letrinhas subirem.

Ficha técnica da obra:

Diretor: Matheus Souza

Com: Gregório Duvivier e Érika Mader

 

Entrevista com Matheus Souza:

http://judao.virgula.uol.com.br/cinema/judao-entrevista-matheus-souza-diretor-de-apenas-o-fim/

e

http://super.abril.com.br/blogs/superblog/173239_post.shtml

 

 

OBS: Vale muito a pena!